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8 de set. de 2012

ACEPÇÃO DE PESSOAS É UMA PRÁTICA CONTRA A A LEI REAL. 2:1-13.




TRATA AS PESSOAS PELO QUE VESTEM 2.1-4

Quando Tiago diz: Meus irmãos, marca a transição para um novo assunto: após faar de que na igreja principalmente do primeiro século havia muitos necessitado, pobres, viúvas e órfãos, se vocês que estão na igreja estão fazendo acepção de pessoas, não tem a mesma fé me Cristo, pois ele nunca fez acepção de pessoas sempre esteve com pecadores e pobres não vivendo só com os ricos, ou com aqueles que se dizem ser santos, vocês olham muito mais a aparência do que o coração da pessoa , e os próprio inimigos de Cristo viam que Ele não fazia descriminação. Mt 22.16 
Os que professam fé em Cristo como o Senhor da glória não devem fazer acepção de pessoas simplesmente pelas circunstâncias é aparências externas, de uma maneira que não concordam com sua profissão de ser discípulos do humilde Jesus. Tiago não anima à áspereza nem à desordem; deve dar-se o respeito civil, mas nunca de tal modo que influencie nos procedimentos dos cristãos para dispor dos ofícios da Igreja de Cristo ou para passar as censuras da igreja, ou em alguma questão da religião. O questionar-nos é algo que serve de muito em cada parte da vida santa. Façamo-lo com maior freqüência e aproveitemos toda ocasião para discorrer com as nossas almas.
(A questão da Sinagoga e não Igreja "deve-se lembrar que as duas palavras synagoge e ekklesia “igreja” são sinônimos aproximados, e pode-se imaginar que synagoge e não ekklesia é que deve ter se transformado no termo regular para a igreja propriamente dita. Assim é possível que a palavra fosse usada por Tiago aqui como sobrevivência dos tempos quando o seu uso era normal"). 
Como os lugares de adoração não podem ser edificados nem mantidos sem custos, pode resultar apropriado que os que contribuem sejam acomodados de forma concordante, no entanto, se todos fossem pessoas de maior orientação espiritual, os pobres seriam tratados com mais atenção do que costuma acontecer nas congregações.
Uma das coisa que João Calvino buscava na igreja reformada, era que os irmãos de condição não devia menosprezar os pobres: “admito, pois que a comunhão dos santos só é possivel quando cada um se vê contente com a sua propria medida e ainda reparta com os seus irmãos as dadivas recebidas e em contrapartida admite ser também assistido pelas dadivas alheias.” Assim não devemos criar acepção de pessoas.

COMO EU VEJO E COMO DEUS VÊ V. 5-7
       Tiago nos leva não só a nos mais aos seus primeiro leitores que eles deve prestar atenção, como é que Deus vê.
1- Deus os vê como ricos -  Aqueles que concedem tratamento especial ao rico deixam de considerar que escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé, e herdeiros do reino que ele prometeu aos que o amam., não é que todo o pobre é eleito e será salvo, e como ele mostra é que o mundo vê uma coisa e Deus de outra maneira e que pra Deus todos são ricos na Fé, independente do que tenha e isto é o que deve imperar nas igrejas nos dias de hoje. A preferencia de Deus em escolhe na maioria os pobres é porque ele repudia a soberba do mundo qu evaloriza só a aparência. João 7.48
2- Segundo motivo porque é inconsistência mostrar favor especial aos ricos é que foram justamente eles que perseguiram os cristãos. Tribunais é uma referência às cortes judias que eram autorizadas e reconhecidas pela lei romana. E aqui também mostra que são os ricos que os oprimem, e os explorar querendo dominar a sua maneira de pensar e de crer. O ponto alto do argumento de Tiago contra o favorecimento dos ricos é que blasfemam o bom nome. Não é o nome de "cristão" que eles blasfemam, mas o nome de Jesus Cristo, é o que muitos tem feito não pela suas ações depreciam o bom nome de Cristo. 
DEUS NOS OLHAR COMO SOMOS E O NOSSO CORAÇÃO E NÃO O QUE ESTA POR FORA.
A DESCRIMINAÇÃO É A QUEBRA DA LEI V 8-13
O estado humilde é mais favorável para a paz interior e o crescimento na santidade. Deus daria riquezas e honra deste mundo a todos os crentes se fossem para seu bem, considerando que Ele os têm escolhido para que sejam ricos na fé e os tem feito herdeiros de seu reino, que prometeu conceder a todos os que o amam. Devemos notar que com quanta freqüência as riquezas conduzem o homem ao vício e à maldade, e até os contamina I Timoteo 6.10., e quão grandes recriminações se faze, a Deus e à religião por parte de homens ricos, poderosos e grandes no mundo; isso fará que este pecado pareça muito grave e néscio.
Quando se faz acepção de pessoas estamos quebrando a Lei, o que as Escritura dá como lei é:  amar ao próximo como a si mesmo. esta lei é uma lei real que vem do ETERNO, REI dos reis; e se os cristãos agem injustamente tornam-se convictos de transgressão pela lei. Paulo chama esta Lei: de “Lei de Cristo”, gal. 6.2.
O preconceito irmãos para com os pobres, não é algo trivial, mais um pecado, um desvio do padrão divino e de sua Justiça. Lv. 19.15; Deut. 1.17 e 16.19.
Não é de nos admirar que em muitas igrejas vemos bajuladores de homens, de pastores, quando vemos claramente um deles entrando na igreja pessoas ficam ansiosa para fazerem até festa para os tais, ao passo que se entra um pobre mesmo que não conheça, logo é deixado de lado. Muito daqueles querem viver sendo bajulados.
Porém quando entra um na igreja mesmo sendo cristão será que temos o mesmo apreço por ele como teriamos por aquele?
Será que estamos olhando e tratando todas as pessoas que entram na nossa igreja da mesma forma? Ou será que quando chega um com uma condição melhor nos chegamos a ele como forma de mostra que nos importamos com e com a salvação dele, mais não fazemos isto com o necessitado estamos trasgrendindo a Lei de Deus e realmente aqueles que assim procedem receberá a justa condenação da parte do proprio Eterno.
Que o Eterno Deus possa por meio do Seu Espirito nos guiar e nos mostra para não andarmos fazendo acpção de Pessoas.

23 de ago. de 2012

Administrando as Contribuição


2 Coríntios 8:16-24

“É triste ter de afirmar - e, no entanto, é a mais pura verdade - que o mundo da religião está coalhado de pastores e evangelistas que não passam de defloradores financeiros. Vivem sempre atrás  do dinheiro, e com isto, não apenas destroem o trabalho do Senhor como também desgraçam o Seu nome” (S. F. Olford). O mesmo ocorria na época de Paulo.
Daí sua preocupação em que a sua administração das ofertas para os crentes de Jerusalém decorresse da forma mais inatacável possível (8:20, 21).
Esta mensagem é válida  para todos os que compõem a Igreja. Tanto aos que contribuem (para que exijam uma administração de recursos aberta e transparente por parte do Conselho e Tesouraria, bem como dos diversos Departamentos da Igreja) tanto aos que administram os recursos da Igreja (para que não somente continuem a ser honestos e fiéis, mas para que também pareçam honestos e fiéis)
1) QUAIS ERAM OS PERIGOS QUE PAULO PREVIA no levantamento e administração daquelas ofertas? Ele sabia que tinha inimigos prontos a acusá-lo de desviar verba das Igrejas para o seu uso pessoal (8:20). Eram os judeus, inimigos do Evangelho e seus perseguidores, por causa de quem Paulo se absteve de receber sustento pastoral quando trabalhava  em Corínto (1 Co 9:11,12). Qualquer dúvida sobre a integridade financeira de Paulo seria um tropeço à sua pregação do Evangelho.
2) AS PRECAUSÕES QUE PAULO TOMOU. “É interessante notar como Paulo poderia pensar... Com a precisão meticulosa de um cotador público” (W Barcly).
A) Não administrar as ofertas sozinho; ele envolveu outras pessoas: Tito (7:16,17) e  o “irmão” (8:18 - não sabemos quem era, talvez Lucas, Marcos, Apolo, Trófimo, etc).
      b) Tais homens eram capazes moralmente: eram “voluntários” (8:16-17), “louvados pela igreja” (8:18), “zelosos” (8: 16,22), “experimentados” (8:22), “companheiros e cooperadores” (8:23), “mensageiros das igrejas e glória de Cristo” (8:23);
      c) Pelo menos um deles foi eleito pelas igrejas, de forma popular e pública, 8:19. Da mesma forma, as igrejas devem sempre eleger uma “comissão de exames de contas” para fazer exame periódico das finanças da Igreja, cujo relatório deve ser apresentado ao presbíteros e, também,  a igreja.
      3) AS RAZÕES QUE LEVARAM PAULO A PROCEDER TÃO METICULOSAMENTE. Basicamente duas: a) evitar acusações de desvio de verba e auto-enriquecimento às custas dos crentes (8:20); e, b) proceder honestamente não só diante de Deus, mas também diante dos homens (8:21). “É um orgulho tolo o que leva a desprezarmos a opinião pública”  (C. Hodges). Paulo sempre procurava proceder corretamente diante dos homens, cf. Rm 12:17; 14; 18. A décima afirmação do pacto dos Evangelistas, firmado em Amsterdam em 1986 diz: “ Nós seremos fiéis despenseiros de tudo o que Deus nos der, prestaremos contas das finanças do nosso ministério a outros...”
      4) A EXORTAÇÃO DE PAULO AOS CRENTES DE CORÍNTO. Concluindo sua exposição dos procedimentos para com a administração das ofertas, Paulo exorta que os coríntios contribuam largamente, dando  provas do seu amor a Deus e aos irmãos e de que Paulo não se gloriou em vão sobre a generosidade deles (8:24).
      5) APLICAÇÕES PARA NÓS:
      a)  Em se tratando de administração e finanças na igreja, devemos ser mais meticulosos lidando com as coisas de Deus do que com as nossas próprias.
      b)  Não basta ser correto: é necessário também parecer correto.
      c) Os que lidam com os recursos da Igreja devem prestar contas regularmente, para evitar a aparência do mal, prestando contas e abrindo seu caixa para auditorias regulares. Pois, da mesma forma que é   dever dos membros serem fiéis, espera-se o mesmo dos que administram.

12 de ago. de 2012

JOÃO CALVINO E ELEIÇÃO*


A eleição deve ser vista não apenas contra o pano de fundo da depravação e culpa do homem, mas também deve ser vista como da existência de um plano Divino.
 Pois foi na execução deste pacto que o Pai escolheu desse mundo de pecadores perdidos um número definido de indivíduos e deu-os ao Filho para serem o Seu povo. O Filho, nos termos desse pacto, concordou em fazer tudo quanto era necessário para salvar esse povo escolhido e que lhe foi concedido pelo Pai. A parte do Espírito na execução desse pacto foi e é a de aplicar aos eleitos à salvação adquirida para eles pelo Filho. Mais para que este plano fosse infalível era necessário que Cristo habitasse com homens e morresse por ele como meio de pagamento pelos pecados.
 A doutrina da eleição mostra que Deus, antes da fundação do mundo, escolheu certos indivíduos dentre todos os homens para ser o objeto de Seu imerecido amor. Esses, e somente esses, Ele propôs salvar. Sua eterna escolha de determinados pecadores para a salvação não foi baseada em qualquer ato ou resposta prevista da parte daqueles escolhidos, mas foi baseada tão somente no Seu beneplácito e na Sua soberana vontade. Desta forma, a eleição não foi condicionada nem determinada por qualquer coisa que os homens iriam fazer, mas resultou inteiramente do propósito determinado pelo próprio Deus.
Mais a Fé não é pré-condição da eleição, mais ela serve como selo desta salvação, porem a fé é dos eleitos de Deus, aquele que crê é um eleito de Deus, sendo eleitos para crer e não por que creram que são eleitos.
Mais quais são os propósitos de desta eleição:
Ela tem o caráter abençoar os eleitos, pois Deus tem prazer em nos abençoar mais que venhamos a entender, sendo um ato que o eleito deve viver uma vida de santidade, de forma irrepreensível nos esforçando a viver de modo que a nossa luz brilhe diante de uma geração corrupta.
O que nos elegeu deseja que venhamos a ser obediente a sua palavra sendo assim glorificamos a Deus por meio desta eleição.
O maior propósito desta doutrina não é de maneira nenhuma vivermos de forma desleixada mais que venhamos a viver de santidade e de fé que é uma vida que busca obedecer a sua palavra por completo, muito negligência achando que depois de salvo não precisa de nada mais, porém pelo contrário a nossa fé deve estar firmada em cristo e mais devemos estar servindo, pois este é propósito da eleição, onde este serviço é demonstrado pelo amor que temos para com o próximo e a Deus.
A eleição ela sela a certeza do Cristo, pois não foi por meio de seus esforços mais por causa de Cristo, que chama os seus elitos por meio da pregação, porem para que estes eleito continue ouvido a pregação do evangelho a igreja tem que continuar, pois foi dado a ela esta tarefa. Sendo a igreja a ainda imperfeita ela demonstra a glória de Deus, por causa da sua graça para com ela.

*TRABALHO  APRESENTADO NO MACKENZIE, SOBRE OS 500 ANOS DE CALVINO

19 de jul. de 2012

Tiago 1.12-27 Cristianismo é Ação


Após entendermos que muitas das provações serem até de origem de financeira, que pode ser uma provação de acordo  como cada um de nós entendemos e reagimos a ela. Mais aquele que permanece firme sua recompensa declarada em termos do presente e do futuro. O homem que se mantém firme é verdadeiramente feliz agora; mas também receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam. Para nós a vida eterna, é entretanto "um axioma bíblico” , mais diante desta coisa ele nos leva a três grandes lições ligada ao tema:
Primeiro a origem do pecado, Segunda a origem da dádiva divina, A terceira é a prática da palavra de Deus, Trazendo o resultado que é verdadeira religião.
Primeiro a questão do pecado Pergunta 14 do B.C. Que é pecado?  Pecado é qualquer falta de conformidade com a lei de Deus, ou qualquer transgressão desta lei.
Mais como o pecado vem? Ele é proveniente da tentação que carrega a ideia de seduzir ao pecado "impulso do mal". Alguns judeus arrazoavam que tendo Deus criado tudo, devia também ter criado o impulso do mal. E considerando que é o impulso do mal que tenta o homem ao pecado, em última análise é Deus, que o criou, o responsável pelo mal. Tiago aqui refuta a idéia. Deus não pode ser tentado pelo mal, e ele mesmo a ninguém tenta.
Não é diferente o que vemos nas pessoas no século XXI, que querem justificar seus pecados por meio de vários argumentos. Todos pecam, a carne e fraca, quem nunca pecou atire a primeira pedra, e por ai vai.
Em vez de acusar a Deus pelo mal, cada um deve assumir a responsabilidade pessoal dos seus pecados. Que é a sua própria cobiça que o atrai e seduz. Quando o desejo do mal se levanta na mente, não pára aí. A cobiça dá à luz o pecado, e o pecado produz a morte. A morte aqui é a morte espiritual em contraste com a vida que Deus dá àqueles que o amam (1:12). Como cristão devemos evitar o pecado.
Segundo - Deus é a fonte da Luz e do Bem- Deus não é a fonte da tentação mais sim da Luz, e das boas dádivas, Assim como o sol que influi na natureza é sempre o mesmo, apesar de que repetidas vezes se interpõem a terra e as nuvens, fazendo o que a nós parece variável, assim Deus é imutável e nossas mudanças e sombras não são mudanças nem alterações nEle. O que o sol é na natureza, Deus o é na graça, providência e glória, e infinitamente a mais. Como toda boa dádiva é de Deus, assim, em particular, é o fato de termos nascido de novo, e todas suas conseqüências santas e felizes provêm dEle. Um cristão verdadeiro chega a ser uma pessoa tão diferente da que era antes das influências renovadoras da graça divina, que é como se fosse formado de novo. devemos dedicar todas as nossas faculdades ao serviço de Deus, para que possamos ser uma espécie de primícias de suas criaturas. Deus é inteiramente consistente; Ele não muda.
Terceira Recepção da Palavra. Quando falamos em recepção temos que levar em conta que nos é dado é a maneira como devemos, proceder diante das pessoas e de Deus, como devemos viver.  A forte admoestação para que todo o homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar, muitas pessoas senpre estão prontas para falar e criticar mais nunca para ouvir ainda quebrando o nono mandamento, CM 144. Quais são os deveres exigidos no nono mandamento? São: conservar e promover a verdade entre os homens e a boa reputação de nosso próximo, assim como a nossa; evidenciar e manter a verdade, e de coração, sincera, livre, clara e plenamente falar a verdade, somente a verdade, em questões de julgamento e justiça e em todas as mais coisas, quaisquer que sejam; considerar caridosamente os nossos semelhantes; amar, desejar e ter regozijo pela sua boa reputação;entristecer-nos pelas suas fraquezas e encobri-las, e mostrar franco reconhecimento dos seus dons e graças; defender sua inocência; receber prontamente boas informações a seu respeito e rejeitar as que são maldizentes, lisonjeadoras e caluniadoras; prezar e cuidar de nossa boa reputação e defendê-la quando for necessário; cumprir as promessas lícitas; empenhar e praticar tudo o que é verdadeiro, honesto, amável e de boa fama
Quando um cristão dá evasão à ira, fica incapaz de agir com justiça; e além disso, ele não deixa lugar, ou pelo menos atrapalha, à vindicação da justiça divina no mundo. O Cristianismo é uma religião de ação. Por mais importante que seja o ouvir (cons. 1:19), não se deve parar por aí. O fazer deve seguir-se ao ouvir. Ser apenas ouvinte é uma forma de engano próprio. Deve levá-lo a uma prática o homem que ouve e não faz não consegue saber como é o seu reflexo diante do espelho. O espelho, que revela as imperfeições do homem exterior, foi colocado agora em contraste com a lei perfeita, a lei da liberdade, que reflete o homem interior. Esta é a primeira referência à lei na epístola (cons. 2:8-12; 4:11). Tiago usa o termo para indicar o lado ético do Cristianismo, o didake, "ensinamentos". Aqui ele chama a lei de perfeita. Sl. 19:7: trazendo assim a Lei da liberdade significa que é uma lei que se aplica àqueles que têm o status da liberdade, não da lei, mas do pecado e do ego, pela palavra da verdade. O homem que olha para esta lei e adquire o hábito de fazer assim (parameinas) transforma-se em operoso praticante e encontra a verdadeira felicidade (será bem-aventurado no que realizar).
Muitas pessoas se ouvíssemos um sermão a cada dia da semana e um anjo do céu for o pregador, não o conduziria nunca para o céu se apoiar somente no ouvir.
Resultado Verdadeira Religião. Quando os homens se esforçam por parecer mais religiosos do que realmente são, é um sinal de que sua religião é vã. Não refrear a língua, a prontidão para falar das faltas do próximo, ou para diminuir sua sabedoria e piedade, são sinais de religião vã. O homem que tem uma língua caluniadora não pode ter um coração verdadeiramente humilde e bondoso.
As religiões falsas podem conhecer-se por suas impurezas e falta de caridade. A religião verdadeira nos ensina a realizar cada coisa como estando na presença de Deus. uma vida imaculada deve ir unida ao amor e a caridade não fingidas. Nossa religião verdadeira é igual a medida em que estas coisas ganhem lugar em nosso coração e conduta. Lembremo-nos que nada presta em Cristo Jesus salvo a fé que opera pelo amor, que purifica o coração, que submete as luxúrias carnais e que obedece aos mandamentos de Deus.

11 de jul. de 2012

O CHAMADO PARA SER FORTE Josué 1

Tudo o que Josué há via passado no deserto que tornou-se como meio de treinamento para que pudesse torna-se o lider que levaria israle a entra na terra prometida.
Josué tinha atendido a Moisés. Ele era chamado para ser honrado , tinha sido usado por muito tempo pela empresa. Nosso Senhor Jesus  assumiu a forma de servo. Josué estava treinado para obedecer ordens. Os mais aptos para governar são os que têm aprendido a obedecer.
Josué tinha contemplado todos os grandes feitos de Moises, usado por Deus, e grande era a responsabilidade que ele estava recebendo da parte do Eterno.
A realidade era assustadora, mais assim como josué temos que enteder que Deus nunca vai nos dar uma tarefa sem antes providenciar os recursos que irá nos ajudar a desenpenhar a responsabilidade que ele nos deu.
Poderiamos pensar que Josué deveria esta com algum medo, não dos inimigos pois estes ela já sabia como combater, mais daqueles que estavam, junto com o povo, aqueles aquém ele deveria conduzir, para a terra prometida, ele mesmo foi testemunha qu eo povo queria matar a Moises, isto o poderia ter deixado com medo.
Não é diferente em nosso dias que temso que nos dar com as linguas daqueles que estão no arraial, mais aguçam a lingua falando mal dos membros do pastor. Como poderiamos obter grande exito se há, desejo de enganar ou derrubar o proximo?
A condição para o sucesso.
Podemos notar que os versículos nos dão algumas razões que a vitoria viria inda que levasse tempo.
A primeira é a presença de Deus, v. 5 não há como sermos vitorioso sem a presença de Deus, alguns podem ser bem sucedido, mais não são vitoriosos, tem reconhecimento do homem mais não tem de Deus, pois este não sabe o que é ter e viver com o Eterno.
A segunda é obediência a palavra de Deus. Josué vai fazer com que a Lei de Deus seja seu governo. É-lhe ordenado meditar nela dia e noite para que possa compreendê-la.
Quaisquer que sejam os assuntos do mundo que tenhamos em mente, não devemos deixar de lado a única coisa necessária. Todas as ordens de Josué ao povo, e seus juízos, devem estar conforme com a lei de Deus. Ele mesmo deve submeter-se aos mandamentos; a dignidade ou o domínio de nenhum homem o coloca por acima da Lei de Deus.
Ele deve alentar a si mesmo com a promessa e a presença de Deus. Que o sentir suas próprias doenças não desanimem a você; Deus é todo-suficiente. Eu te mandei, chamei e comissionei para fazê-lo, e podes ter a certeza que te sustentarei em, e te tirarei de, isso. Quando estamos na senda do dever, temos razão para sermos fortes e muito ousados.
Hoje não é dificil vermos as pessoas falando de todos os assuntos, tem pessoas que esta pronta para alfineta a todos, fala de mulheres, homem, trabalho, escola, como ganahr dinheiro, mais ainda não esta vivendo a palavra de Deus e muito menso obdecer a ela, afala da boca para for mais a prática é completamente contraria., temos que praticar o que o apostolo paulo, nos diz em filipenses 4. 8 Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. 9 O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco.  Josué diz ao povo que cruzarão o Jordão e possuirão a terra porque Deus o tinha dito. Nós honramos a verdade de Deus quando não vacilamos na promessa de Deus.
O povo de Israel se compromete a obedecer a Josué: Faremos todo o que nos ordenas, sem murmurar nem brigar, e para onde quer que nos envies, ali iremos.
O pronto atendimento das tribos da Transjordânia capacitou os israelitas a invadirem Canaã com uma frente unida, tão necessária para a moral militar e espiritual do povo de Deus.
Assim tem que ser na igreja não pensado cada um em seu próprio interesse, mai devemso esta prontos para trabalhar, e marcha juntos, pois junto vamos mais longe e fazemos melhor.
O melhor que podemos pedir a Deus para nossos lideres é que eles possam ter a presença de Deus; isso fará que eles sejam bênçãos para nós, de modo que ao pedirmos isso para eles, levamos em conta nosso próprio interesse., ao inves de murmurar devemos orar e obedecê-los, pois nos foi dado por Deus.
O que Deus requer de Nós?
1- Que obedecamos a sua palavra e aos lideres que ele nos deu, ao invés de falar mal orar, por ele. Prov. 22:1Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro.
A obediecia redutará em bênção, mais sabendo que Ele estará conosco em nossa peleja. I Samuel 15. 22Tem, porventura, o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros. 23 Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como a idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei.
  Que sejamos capacitados para enrolar-nos sob a bandeira do Capitão de nossa salvação, que sejamos obedientes a seus mandamentos e que pelejemos o bom combate da fé, com toda essa confiança e amor em e por Seu nome, contra todo o que se oponha a Sua autoridade; pois quem quiser que se recusar a obedecê-lo, deve ser destruído.