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29 de set. de 2011

Deus e o Dinheiro (estudo)

         Os abusos quanto ao levantamento de recursos financeiros praticados por muitas igrejas ditas “evangélicas” hoje (basta assistir os programas de TV ou rádio de muitas delas!), acabaram por tornar bastante delicada a questão da contribuição financeira nas igrejas evangélicas em geral. Muitos conselhos e pastores resolveram abolir qualquer menção ao assunto durante os cultos para evitar semelhança com tais igrejas. Os pastores das igrejas históricas e tradicionais ficaram receosos até mesmo de abordar o tema “contribuição” em suas mensagens.
          O abuso, porém, não invalida a realidade de que as igrejas genuinamente evangélicas precisam de recursos para manter seus trabalhos regulares e nem o princípio bíblico da contribuição sistemática, regular e generosa para o sustento da obra de Deus.
A Bíblia nos revela algumas relações cruciais entre Deus e o dinheiro. Vejamos algumas delas nesse boletim.
1)Todas as riquezas que existem no mundo, na verdade, pertencem a Deus. Esta é uma verdade que os ricos e poderosos não entendem nem aceitam. Porém, por direito de criação (Salmo 24:1), tudo que existe é de Deus. Sendo o Criador de todas as coisas, dEle é o ouro e a prata (Ag 2.8), isto é, todas as riquezas do mundo; e não somente nossos bens Lhe pertencem: nós mesmos pertencemos a Deus, pois Ele nos fez. Também, tudo é de Deus por direito de capacitação, isto é, é Deus quem nos dá saúde, forças e oportunidades para trabalharmos e ganharmos dinheiro (Dt 8.18). Portanto, o cristão deve se conscientizar de que ele é apenas gerente, e não dono dos recursos de que dispõe. Quando abrimos mão das coisasque temos, e as entregamos totalmente e sem reservas ao Senhor, experimentaremos uma nova liberdade no dar e uma grande paz no coração.
2) Deus tem um plano para o dinheiro que nos confia. Sendo o Senhor de todas as riquezas, Deus não somente as distribui aos homens como também determina de que modo elas deverão ser usadas. Obviamente, isso não significa que os homens não sejam responsáveis e culpados diante de Deus pela sua ganância e desejo de exploração do próximo. De fato, Deus cobra dos homens o uso correto dos recursos financeiros que Ele os dá. Ele tem um plano para os recursos que graciosamente nos concede. Este plano está nas Escrituras. Delas extraímos os seguintes objetivos do dinheiro que Deus nos dá: (a) Devemos suprir as nossas necessidades e da nossa família. Deus sabe que nós e as nossas famílias temos necessidades (Mt 6.31-32) e Ele determinou que o dinheiro fosse o meio usado para supri-las (At 20.34). O nosso sustento e da nossa família vem como prioridade na administração dos recursos que o Senhor nos deu (1Tm 5.8), muito embora às vezes Ele mesmo possa inverter isto (veja o caso da viúva e Elias, 1 Reis 17).   (b) Deus deseja abençoar outros por nosso intermédio. Há muitas pessoas carentes ao nosso redor. Deus se preocupa e tem compaixão dos pobres e necessitados. Ele planejou que os homens agraciados com recursos fossem  ajudadores  dos que estão em necessidade, principalmente os que são irmãos em Cristo (Gl 6.10). Devemos nos lembrar dos que estão passando por necessidade (Rm 12.3), e daqueles que são pobres (Dt 15.7-8). Muito embora possamos fazer isto de forma direta, muitos cristãos preferem contribuir para as obras sociais da sua igreja local. Via de regra, as igrejas contribuem para projetos sociais e para o sustento de pessoas carentes, e para isto se utilizam dos dízimos e ofertas de seus membros. (c) Devemos usar o dinheiro para sustentar a obra de Deus neste mundo, através das contribuições regulares, sistemáticas e generosas que fazemos para a igreja local, à qual estamos associados (2 Co 9:7). É com os recursos de seus membros que a Igreja procede na evangelização, pastorado, educação, discipulado e manutenção do local de cultos, e ainda contribui para organizações evangélicas envolvidas com a evangelização do mundo e as obras sociais.
Através do dinheiro, Deus quer mostrar seu poder e bênção, suprindo as nossas necessidades (Mt 6.33), despertando assim gratidão em nosso coração (Dt 8.18) e recompensando fielmente os que contribuem de forma voluntária e regular para sua obra (Ml 3.10). Todo cristão sincero deveria refletir sobre o uso que faz do dinheiro, lembrando que prestará contas a Deus, como um gerente presta contas ao proprietário. O dinheiro tem escravizado muitos cristãos, porém quando aprendemos a usá-lo segundo os ensinos corretos da Bíblia, torna-se instrumento do bem aqui neste mundo.
Rev. Robério Basilio

1 de set. de 2011

Pais Que Marcam a Vida de seus Filhos



Como ser humano, todos tem muitos defeitos, mas ele marcou a vida de seu filho.Olhando a Vida deste, encontramos caminhos que podem nos ajudar a marcar a vida de nossos Filhos.
Quero falar Hoje de Abraão, poderíamos falar de Jó que sacrificava todas as vezes que seus filhos faziam festas, poderíamos falar de Anrão, de Davi, Josué, Jacó, mais vamos pegar ele que é chamado de Amigo de Deus
Quais os passos que tornaram Abraão um pai que marcou a vida de seu filho? E que você deve tomar é:
1- CRIE SEUS FILHOS NOS CAMINHOS DO SENHOR DESDE SEU NASCIMENTO
Em Gn 21.4, lemos que já aos 8 dias de vida, Abraão fez à Isaque conforme Deus havia mandado.
A preocupação do pai é suprir aos filhos em suas necessidades: comida, estudo, roupas, tudo do bom e do melhor que podem.
Por isso filhos saibam que se você não tem muita coisa é que queria ter saiba que seu pai procurou lhe dar sempre o melhor, ele sempre procurou fazer pra você mais que o pai dele fez para ele.
Mas como pais precisamos também nos preocupar em direcionar os filhos nos caminhos do Senhor: Estudo da Bíblia, ensino da oração, a amar a Deus e a obedecê-Lo e Igreja.
Muitos pais dão tudo aos seus filhos, menos a si mesmos.”
Mas Abraão era até um pai coruja, pois no v.8, lemos isto: “O menino cresceu e foi desmamado. E, no dia em que o menino foi desmamado, Abraão deu uma grande festa”.
Abraão fez uma festa, quando Isaque desmamou!
Como pais, precisamos estar atentos a esses momentos especiais da vida de nossos filhos: deixou a chupeta? Comemore! Saiu da mamadeira? Comemore! Fez um bom trabalho? Comemore!
Ser um pai presente, implica em coisas simples, por exemplo: Saber a idade do filho, a série, e outras coisas assim.
O PRIMEIRO PASSO DE UM PAI QUE MARCA A VIDA DE SEUS FILHOS É CRIAR SEU FILHO NOS CAMINHOS DE DEUS.
...o próximo passo de Abraão para marcar a vida de Isaque foi esse: preoculpa-se com Ele

2-  PREOCUPOU COM O FUTURO DE SEU FILHO
Em Gn 24.2; 4,
Abraão se preocupou com a futura vida familiar de Isaque, não só orintou a seu filho  mais cuidou em duas áreas:
Abraão orientou o seu filho Isaque a ter uma esposa cristã, uma mulher não estranha de costumes ímpios, ou que não tivesse o temor de Deus.                                            
Para Abraão, se ISAQUE NÃO tivesse Uma Mulher Crente, Uma Esposa Crente, então, certamente eles teriam problemas.
Filhos quando os pais falam a respeito de seu namoro é que ele sabe o que serve ou não para suas vidas, vocês não tem a experiência que eles já tem.
Por isso Jovens não queiram casar-se com pessoas que não servem a Deus. Pois “Um casal é mais feliz quando canta a mesma música.”
Abraão ensinou seu filho que o sucesso no casamento consistia, não apenas em encontrar a companheira certa, mas também em ser o cônjuge certo, por isso você não só prescisa da mulher ou do homem certo mais também deve ser o conjuge certo para a outra pessoa, foi isso que Abraão fez ensinou a Isaque, a ser a pessoa certa.
Abraão marcou a vida de seu filho!
Ele demonstrou amor por Isaque dedicando sua vida para colocar seu filho nos caminhos do Senhor e se preocupando com o seu futuro.
...mas havia um último passo que foi a base pela qual Abraão marcou a vida de seu filho Isaque: APESAR DE AMAR ISAQUE DE TODO O SEU CORAÇÃO, ABRAÃO AMAVA MAIS A DEUS

3-  AME SEU FILHO DE TODO O SEU CORAÇÃO, MAIS AME MAIS A DEUS.
Lemos aqui em Gn 22, duas passagens interessantes, o v.2 e o v.
Pôs Deus Abraão à prova significa um teste que revelaria a fé de Abraão como nada ainda o conseguira fazer. Ele tinha de dar prova de obediência absoluta e incontestada fé E AMOR  a Deus, obedecendo até mesmo de olhos fechados, passo a passo, até que a fé se destacasse clara como o sol do meio-dia. Abraão passou pelo fogo mais ardente, permaneceu firme sob as maiores pressões e suportou a mais difícil tensão, para emergir da prova em completo triunfo. A fé e o Amor via além do sacrifício e estava pronta a obedecer.
De repente a voz do céu quebrou o silêncio. Deus experimentara o seu coração e estava satisfeito.
Vou dizer algo que vai chocar você, porque isso é uma verdade que às vezes me choca: “Um pai que deseja marcar a vida de seu filho deve estar disposto a sacrificar-se.”
Lemos aqui na Bíblia que Deus pediu que o único filho de Abraão, o seu filho legítimo, fosse queimado, como sacrifício sobre o altar.
Mas há uma revelação aqui: O verdadeiro sacrifício que Deus desejava, não era de Isaque, mas era o coração de Abraão.
Deus estava conferindo a quem Abraão realmente mais amava, porque um bom pai ama mais a Deus do que qualquer outra coisa... ou pessoa!
Aquele foi um teste e tanto!
Conclusão:
Portanto pais ensine seus filhos a andarem no caminho do senhor, preocupe-se com o futuro deles mais acima de Tudo mostre a eles que você, ama mais a Deus do que a eles.

20 de ago. de 2011

Oração uma atividade dos Santos



Poder uma pessoa ser pastor e não ser um cristão verdadeiro?
Poder uma pessoa ser presbítero e não ser um cristão verdadeiro?
Poder uma pessoa ser missionário ou ministro de louvor e não ser um cristão verdadeiro? Para todas estas respostas é Pode sim
Pode alguém amar tanto o ministério da oração e não ser um cristão verdadeiro? A resposta é NÃO PODE.
A oração é uma atividade dos Santos, só os santos tem prazer em falar com seu pai, em oração, a pessoa pode camuflar sua vida mais não pode esconder se é ou não um cristão de oração.
A nossa geração desaprendeu a orar, pois esta sendo influenciada por tudo, e assim por diante perderam o desejo de orar e tem se distanciado cada vez mais do Eterno.
Porque vêm os inimigos tentando a vida para tirar do propósito de Deus
1- Os do primeiro inimigos é o sedentarismos. O que nós temos visto em nossos dias especialmente no Brasil é que temos tempo para tudo mais até cansarmos e nos esgotarmos aponto de não conseguir ais coisas alguma, isto traz um problema de relacionamento com Deus como somos filhos se estamos mais cansados e não temo um tempo para Deus. São jovens e adultos se forem passa a noite ouvindo um show ficam a te o amanhece, mais não tem disposição de vir falar com o seu Pai.
2- outro inimigo é o pecado, quando há pecado oculto, ele nos rouba a alegria de estarmos diante de Deus, de falar com Deus ficamos como Adão e Eva, nos escondendo vamos a uns cultos mais fugimos de outros não temos vontade de orar chega em casa vai assistir e se esquece do Caminho do Céus, do PARAISO que Deus tem para nós seus filhos.
A Bíblia nos chama a sermos fervorosos na oração e Somos uma Igreja que ora”

“Sêde fervorosos de Espírito Servindo ao Senhor”. Romanos 12.11 “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós e farei mudar a vossa sorte”. Jeremias 29.13-14. “Invoca-me e te responderei. Anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes”. Jeremias 33.3.
Seja fervoroso na oração. Esse é mais um voto para uma vida exponencial.Uma pessoa fervorosa é animada, zelosa, cheia de paixão, de energia, de entusiasmo; dedicada, empenhada, cheia de esperança e de grandes expectativas e intrépida para conseguir o que deseja. Quando várias pessoas que seguem a Cristo ora com este coração...algo novo acontece. Quando a igreja ora, os céus se movem, o inferno treme e coisas novas acontecem na terra. O Senhor Jesus nos ordena a orar: Vós orareis ! ‘Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar’. Lucas 18.1
Cresça como intercessor.
Tire tempo para orar a sós com Deus. Levante 10 minutos mais cedo.
Desligue um pouco a TV ou o computador. ‘Mas quando você orar, vá para o seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, muitas das vezes queremos orar como os fariseus na igreja e de voz alta para que achem que somos homens de oração.

17 de ago. de 2011

O Poder da Esperança Puritana John Piper


A confiança na soberania de Deus e o triunfo de sua causa é essencial nas orações do povo de Deus e na missão da igreja. Ela tem provado ser uma força poderosa na história das missões. O primeiro esforço missionário dos protestantes na Inglaterra eclodiu do solo da esperança puritana. Os puritanos foram aqueles pastores e mestres a Inglaterra (e, posteriormente, Nova Inglaterra), entre os anos de 1500 e 1660, que queriam purificar a igreja da Inglaterra e levá-la ao alinhamento teológico e prático com os ensinamentos da Reforma.
Eles tiveram uma visão da soberania de Deus que produziu uma esperança intrépida em sua vitória sobre todo o mundo. Foram profundamente impulsionados por uma paixão pela vinda do reino de Deus sobre todas as nações. Seus corações realmente creram na verdade das promessas de que a causa de Cristo triunfaria. “Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16.18). “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim” (Mt 24.14). “Todas as nações que fizeste virão, prostrar-se-ão diante de ti, Senhor, e glorificarão o teu nome” (Sl 86.9). “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). “Eu te darei as nações por herança” (Sl 2.8). “Lembrar-se-ão do Senhor e a ele se converterão os confins da terra; perante ele se prostrarão todas as famílias da terra” (Sl 22.27). “Prostrase toda a terra perante ti, canta salmos a ti; salmodia o teu nome” (Sl 66.4). “A ele obedecerão os povos” (Gn 49.10).
Essa Maravilhosa confiança, de que Cristo um dia conquistaria corações em cada nação e seria glorificado por todas as pessoas na terra, fez nascer o primeiro esforço missionário no mundo de língua inglesa e aconteceu 150 anos antes de o movimento missionário moderno se iniciar com William Carey, em 1793.
1627 e 1640, 15 mil pessoas emigraram da Inglaterra para a América, a maioria puritanas, levando sua grande confiança no reino universal de Cristo. De fato, o brasão dos colonizadores da Baía de Massachusetts tinha sobre ele um índio norte-americano com estas palavras saindo de sua boca: “Passa à Macedônia e ajuda-nos”, extraídas de Atos 16.9. O que isso mostra é que, em geral, os puritanos viram sua imigração para a América como parte da estratégia missionária de Deus para estender seu reino entre as nações.
retirado do site Monergismo

1 de ago. de 2011

Utilize Métodos, mas não confie neles, confie em Deus


Utilize Métodos, mas não confie neles, confie em Deus

John Piper
Isto parece tão simples; e, como um princípio, é bastante simples. Mas, na prática, nós, pecadores, somos inclinados a confiar nos meios e não em Deus. Faço planos freqüentemente e percebo que meu entusiasmo cresce ou diminui, à medida que os planos são perspicazes ou não. Isto é confiar em planos e não em Deus. Sem dúvida, Ele deseja que utilizemos meios para realizar a sua obra. Todavia, é evidente que Deus não deseja que confiemos nestes meios. “O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor” (Pv 21.31). Portanto, nossa confiança deve estar no Senhor e não em cavalos. “Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (Sl 20.7).
A vida de George Müller foi dedicada a comprovar esta verdade. Em certa ocasião, ele explicou como esta verdade se relaciona à nossa vocação. Devemos trabalhar para obter nosso sustento e suprir nossas necessidades. No entanto, não devemos confiar em nosso trabalho, e sim em Deus; pois, do contrário, sempre estaremos ansiosos pelo fato de que nossas necessidades não serão satisfeitas, se não pudermos trabalhar. Entretanto, se estamos confiando em Deus, não em nosso trabalho, e se Ele ordenar que percamos nosso trabalho, podemos estar certos de que Deus satisfará nossas necessidades; assim, não precisaremos ficar ansiosos. Eis a maneira como Müller apresentou o assunto:
Por que estou realizando este trabalho? Por que estou envolvido neste negócio ou nesta carreira? Em muitas instâncias, no que diz respeito à minha experiência, que reuni no ministério entre os crentes, durante os últimos 21 anos, creio que a resposta seria: “Estou envolvido em minha vocação terrena para que tenha meios de conseguir as coisas necessárias da vida, para mim e minha família”. No que se refere à vocação terrena dos filhos de Deus, este é o principal erro do qual resultam quase todos os demais erros nutridos por eles — não é bíblico nem correto estar envolvido em um negócio, uma profissão, uma vocação apenas para ter meios de conseguir as coisas necessárias à vida, pessoal e familiar. Mas, devemos trabalhar, porque é a vontade de Deus para nós. Isto é evidente das seguintes passagens bíblicas: 1 Tessalonicenses 4.11-12, 2 Tessalonicenses 3.10-12 e Efésios 4.28.
É verdade que o Senhor provê as necessidades da vida por intermédio de nossa vocação secular. No entanto, esta não é a razão por que devemos trabalhar; isto é bastante claro da seguinte consideração: se o possuirmos as coisas necessárias à vida dependesse de nossa capacidade de trabalhar, nunca ficaríamos livres de ansiedade, pois sempre teríamos de perguntar a nós mesmos: “O que farei quando estiver velho e não puder mais trabalhar? Ou quando, por causa de enfermidade, for incapaz de ganhar o pão de cada dia?” No entanto, se, por outro lado, estamos envolvidos em nossa vocação terrena, porque é a vontade de Deus que trabalhemos e que, fazendo isso, sejamos capazes de suprir nossas necessidades e de nossos queridos, bem como ajudar os fracos, os doentes, os idosos, os necessitados; assim, temos um motivo excelente e bíblico para dizermos: “Se agradar ao Senhor colocar-me na cama, por causa de enfermidade, ou impedir-me, por causa de doença, idade avançada ou falta de emprego, de obter o meu pão de cada dia, por meio do trabalho de minhas mãos, meus negócios ou minha profissão, Ele mesmo providenciará o necessário para mim”. (Uma Narrativa de Algumas das Realizações do Senhor para com George Müller — vol. 1, escrito por ele mesmo; Muskegon, Michigan, Dust and Ashes Publications.)
Esta verdade se aplica não somente à nossa vocação secular, mas a todas as áreas de nossa vida. Momento após momento, usamos meios para manter nossa vida e realizar os propósitos de Deus (comida, telefone, casa, remédios, carro, pedreiros, médicos, etc.). Temos de aprender a lição de não confiar nestas coisas, quando as usamos, e sim confiar em Deus. Isto se aplica também ao planejamento para a nossa igreja. Fazemos planos. Elaboramos orçamentos. Ensinamos e aconselhamos. A tentação permanente é a de confiarmos nestas coisas e não em Deus, para agir com, por intermédio de ou sem estas coisas. Portanto, enquanto sonhamos a respeito de missões e de nosso ministério, utilizemos meios, mas confiemos em Deus. As promessas dEle são as únicas coisas seguras. Todos os nossos meios são falíveis.
George Müller resumiu assim este princípio:
Este é um dos grandes segredos relacionados ao serviço bem- sucedido para o Senhor — trabalhar como se todas as coisas dependessem de nossa diligência, mas, apesar disso, não depender do menor de nossos esforços, e sim das bênçãos do Senhor” (Narrativa, vol. 2, p. 290).
Ou, conforme a Bíblia o diz: “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fp 2.12-13). E conforme Paulo também declara: “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo” (1 Co 15.10).
Que o Senhor nos conceda estarmos livres de toda ansiedade, enquanto confiamos nEle, em vez de confiarmos nos meios que utilizamos.

18 de jun. de 2011

Celebrando a Deus no 10º Mandamento

Décimo Mandamento (Êx 20:17).


A cobiça é "o desejo desordenado de uma coisa que não possuímos", "O mais íntimo de todos os mandamentos, proibindo não um ato externo, mas um estado mental escondido, isto é, um estado que é a raiz de quase todo o pecado contra o vizinho". É basicamente o pecado de Adão.
Por este mandamento o Senhor coloca como um freio a todos os desejos que ultrapassam os limites da caridade. Pois todo o que os outros mandamentos proíbem cometer em forma de atos contra a regra do amor, este proíbe concebê-lo no coração. Tiago 1. 13 Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. 14 Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. 15 Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.
Assim, este mandamento condena o ódio, a inveja, a malevolência, do mesmo modo que antes estava condenado o homicídio. Tão proibidos estão os afetos impuros e as máculas internas do coração como a libertinagem. Onde já estavam proibidos o engano e a cobiça, aqui o está a avareza; onde já se proibia a murmuração, aqui se reprime inclusive a malevolência.
Vemos, pois, quão geral é a intenção deste mandamento, e como se estende ao longo e ao largo. Pois o Senhor exige que amemos nossos irmãos com um afeto maravilhoso e sumamente ardoroso, e quer que não se veja turvado pela mais mínima cobiça contra o bem e proveito do próximo.
Em resumo, este mandamento consiste, portanto, em que amemos o próximo de tal modo que nenhuma cobiça contrária à lei do amor nos afague, e que estejamos dispostos a dar de bom grau a cada um o que lhe pertence. Agora bem, devemos considerar como pertencente a cada um o que pelo mesmo dever de nosso cargo estamos obrigados a dá-lhe.
Este pecado é de certa forma o único que esta na mente ele passa a ser mais mental do que ato por isso muitos tem quebrado este mandamentoem seus pensamentos e este mandamento prova o que o senhor Jesus chamou a atenção. Mateus 15. 17 Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre e, depois, é lançado em lugar escuso? 18 Mas o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. 19 Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. 20 São estas as coisas que contaminam o homem; mas o comer sem lavar as mãos não o contamina.
A cobiça é como caçar e pescar atrai a pessoa e o fisga assim devemo ter cuidado com os nosso pensamentos pois são cobiçosos, é o pensamento que nos leva a uma transgressão da Lei de Deus. Mateus 5 28 Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela.
Nosso Senhor Jesus Cristo nos declarou suficientemente para onde tendem todos os mandamentos da Lei, ao ensinar-nos que toda a Lei re compreendida em dois artigos.
O primeiro, que amemos o Senhor, nosso Deus, com todo nosso coração, com toda nossa alma e com todas nossas forças.
O segundo, que amemos nosso próximo cristianismo a nós mesmos portanto se o homem fazer o que Cristo Fez ele esta cumprindo a lei amando a Deus e ao Próximo.
Mas, embora a Lei indique o caminho da vida, contudo devemos ver de que modo pode aproveitar-nos. Se nossa vontade estiver conformada e submetida à obediência da vontade de Deus, certamente que o mero conhecimento da Lei bastaria para nossa salvação. Mas, como a nossa natureza carnal e corrompida luta em tudo e sempre contra a Lei espiritual de Deus, e não se corrigiu no mais mínimo com a doutrina desta Lei, resulta que esta mesma Lei que tinha sido dada, caso ter achado ouvintes bons e capazes, para a salvação, se converte em orações de pecado e de morte. Pois, como estamos todos convencidos de sermos transgressores da Lei, quanto mais claramente esta Lei nos manifesta a justiça de Deus, com tanta maior clareza nos descobre, por outra parte, nossa injustiça.

14 de jun. de 2011

Celebrando a Deus No 9 mandamento

Nono Mandamento "Não dirás falso testemunho contra o teu próximo" (Êx 20:16)

O Senhor condena aqui todas as maldições e injúrias com as que se ultraja a boa fama de nosso irmão, e todas as mentiras com as quais, de qualquer forma que seja se fere o próximo.
Pois se a boa fama é mais preciosa que qualquer outro tesouro, não recebemos menos dano ao sermos despojados da integridade de nossa boa fama que ao sê-lo de nossos bens. Com freqüência se consegue tirar os bens a um irmão com falsos testemunhos, tão perfeitamente como com a cobiça das mãos. Por isso fica amarrada nossa língua por este mandamento, como o estão nossas mãos pelo anterior.
Os pecados proibidos no nono mandamento são: tudo quanto prejudica a verdade e a boa reputação de nosso próximo, bem assim a nossa, o testemunho falso, subornar testemunhas falsas, falar inverdades, mentir, caluniar, maldizer, depreciar, tagarelar, cochichar, escarnecer, censurar temerária e asperamente ou com parcialidade, interpretar de maneira má as intenções, palavras e atos de outrem; adular e vangloriar; elogiar ou depreciar demasiadamente a nós mesmos ou a outros, a negligência daquelas coisas que são de boa fama; praticar ou não evitar aquelas coisas que trazem má fama, ou não impedir, em outras pessoas, tais coisas, até onde pudermos Gn 3:5,12,13;4:9;9:22;21:9;26:7,9; Ex 23:1; Lv 5:1;19:11,15-17; I Sm 2:24;22:9,10; II Sm
Nossas palavras podem prejudicar outras pessoas. O homem que diz !são só palavras? é um tolo. Palavras têm ferido as pessoas mais do que !pedras e paus? (Provérbios 18:21, 10:11, 26:18-19). Mais perigosos ainda é o homem que mente em nome de Deus utilizando-se de Sua Palavra.

Deus odeia a mentira (Provérbios 12:22). A mentira conduz a outros pecados. Uma mentira exige outra. A mentira também é o artifício que o homem confia para se proteger da penalidade de outros pecados. Qual é o homem que trapaçaria, roubaria, cometeria adultério ou assassinato sem que pensasse que ao ser questionado poderia encontrar abrigo na mentira? O homem que sempre é fiel está livre de uma imensidão de pecados.
A perda da credibilidade é o resultado inevitável daquele que mente. Nenhum mentiroso é bem sucedido em suas tentativas de engano. O mentiroso perde o direito de ter credibilidade e mais cedo ou mais tarde os homens suspeitarão de cada palavra dele.
Outro pecado que as pessoas cometem é o de se vangloriar do que fez, também e auto bajulação,
O inferno é o destino de todos os mentirosos que não foram lavados e transformados pelo Senhor Jesus Cristo (Apocalipse 21:8, Salmo 15:1-3).

A Ajuda para a Honestidade
Incentive seus Filhos a terem amor e respeito pela verdade. Nosso exemplo pessoal é necessário para que nossas instruções tenham sucesso.

Lembre-se que Deus é Onisciente e Ninguém pode enganá-Lo e nenhuma mentira é oculta a Ele. Sal 139
Tenha todo cuidado quando falamos de outros. Somente aquilo que é absolutamente verdadeiro é que deve ser dito. O que for além disso, devemos aplicar aquela regra de ouro, ou seja, o conceito moral que nos ensina a tratar os outros como queremos ser tratados. As coisas negativas a respeito do nosso próximo só devem ser repetidas se houver uma razão justa (I Pedro 4:8). Efésios 4:15 é um resumo do nosso dever a este respeito. Como cristãos devemos se recusar a ouvir fofocas e a exposição desnecessária das falhas de outras pessoas. Se é errado fazer fofoca, também o é encorajá-la ao ouvir. (Pro 25:23).

Portanto a Lei de Deus deve ser observada e que não podemos sair ai falando dos irmãos para que este não venha a desanimar na igreja e venha abandonar.
Existe muitas pessoas que deixam de vir para a igreja devido a língua dos que se diz cristãos. Por isso refreie a sua língua. Tg 3.1-10