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13 de out. de 2010

A EXCELÊNCIA DO VIVER EM CRISTO!

LEITURA: Filipenses 1:19-26.


INTRODUÇÃO:

Amados irmãos no SENHOR Jesus Cristo, prezados ouvintes!

A escola é um dos lugares onde a palavra excelente soa muitas vezes melhor nos ouvidos dos alunos como um Oscar para um diretor de um filme. As provas são recebidas por muitos alunos, com a expectativa de lá em cima no canto da folha estar escrito um E. (E) de (Excelente)
Geralmente em muitas classes há até uma certa competição entre os alunos para ver quem ganha um E! Àquele que receber um E em sua prova ganha merendas extras dos colegas interesseiros e por sua vez, a admiração das meninas ou dos meninos da classe. Sem dúvida, isto muitas vezes é um alvo. Sempre imaginamos uma vida excelente através de posição, de riqueza, de poder e sabedoria. Mas o sábio Salomão, possuiu todas estas quatro coisas e declara no livro de Eclesiastes 12:13, o seguinte: “De tudo o que se tem ouvido a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem”. O resumo da vida para Salomão, por mais impressionante que seja, não é riqueza, não é sabedoria e nem poder, é temer a Deus como dever de todos que estão sobre a face da terra. Agora, irmãos, vamos olhar por uma lente chamada Paulo, e o que ele apresenta como uma excelência do viver em Cristo. Ele, Paulo, que na matéria da vida com Cristo recebe um (E) de discípulo Excelente. Juntamente com Paulo veremos que alguns conceitos errados serão aniquilados de nossas vidas, para dar lugar a convicção bíblica de uma vida sobre modo grandiosa e excelente com Cristo, a esta vida, a este modo de viver nós podemos chamar, seguramente de:

TEMA: A EXCELÊNCIA DO VIVER EM CRISTO!
Esta excelência do viver em Cristo é percebida claramente na vida do crente da seguinte maneira:

I- EM O CRENTE ENGRANDECER A CRISTO NO PRÓPRIO CORPO!

Irmãos, se nós merecemos o nome de cristão, de seguidores de Cristo; Paulo o merece muito mais do que qualquer um de nós, crente, ao redor do mundo. Engrandecer a Cristo no próprio corpo não é tarefa muito fácil para muitos cristãos. Na realidade, não é tarefa fácil para nenhum cristão. Conquanto, é preciso que assim seja; é preciso o crente engrandecer a Cristo no próprio corpo. O apóstolo Paulo tinha em sua vida total autoridade para falar desta maneira. Pois em seu próprio corpo, Paulo trazia as marcas do Evangelho de Cristo. A situação de Paulo era que ele estava na prisão. Nos versículos 12-14
A prisão não é um local muito apropriado para engrandecer uma outra pessoa, para pensar-se primeiro em um outro e não em si mesmo. Mas, assim é que o apóstolo Paulo agia, mesmo preso ele não parava de falar, de anunciar o evangelho de Cristo e desta maneira devemos agir nós também.
Você, irmão, como tem engrandecido a Cristo em sua vida? Todos os soldados que guardavam a Paulo na prisão ouviram de Cristo e presenciaram uma vida de muita autenticidade cristã. Portanto, desta maneira e de tantas outras Paulo engrandece a Cristo. Engrandecer a Cristo deve ser uma atitude de demonstração de amor por parte do cristão pelo que Cristo fez em seu favor na cruz do calvário. Prestemos bastante atenção nas palavras do apóstolo Paulo no versículo 20: “...será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte”. Cristo tornou-se o que somos, para fazer de nós o que Ele é! Em nosso corpo Cristo tem que ser mostrado ao mundo por meio de uma glória aparente! Isto significa que devemos engrandecer a Cristo em nosso corpo de uma maneira que todos possam perceber que somos dEle. Uma glória aparente não pode ser ofuscada, manchada e escondida pelos nossos pecados medonhos e permanentes – Segundo o apóstolo Paulo Jesus Cristo seria glorificado através do seu corpo em vida. Nós o engrandecemos quando, Sua vida está presente em nossas atitudes e palavras, e se torna permanente porque o que fazemos em vida ecoa na eternidade. É tão séria esta afirmação de Paulo que nos provoca reflexões sobre nosso testemunho diário , pois, para Jesus ser engrandecido em minha vida, eu devo refleti-lo, para que vendo os que me rodeiam, o glorifiquem. A glória de Cristo deve não somente aparecer à vista dos homens, mas também deve ser permanente, eterna. O julgamento de Deus encontra a justiça da glória do filho em nós, e somos por ela absolvidos. Uma glória regente e suficiente - Esta glória que em nós opera vida, deve reger não só o aspecto espiritual de nosso ser, mas o homem por completo. A glória de Cristo evidencia quão excelente é a sua vida em nós. Além de nortear nossos desejos, intenções e motivações, ela também independe do que quer que seja. A glória de Cristo em nós é suficiente.
Não precisamos de complementos para que Cristo seja engrandecido em nossos corpos vivos ou mortos. Irmãos, o fato de nos tornarmos habitação de Deus após a conversão, faz de nós milagres ambulantes. E não somente isto, mas a glória de Jesus Cristo se manifesta em nosso corpo, com o fim de que outros sejam contagiados pelo Seu poder, sua graça e seu amor. Esta convicção muda o rumo da administração da nossa liberdade religiosa, pois em nosso agir podemos não refletir esta glória que em nós habita.

II- EM O CRENTE TER UMA NOVA PERSPECTIVA DE VIDA NO PRESENTE E NO FUTURO!

Irmãos, se olharmos ao nosso redor perceberemos que há muitas pessoas sem muita perspectiva de vida. Não é sem motivo que muitos acabam por suicidarem-se. São desesperos que afligem as suas almas de tal maneira que não vêem mais saída alguma. Porém, para o crente de maneira nenhuma pode ser assim. Pois para o crente sempre tem uma nova perspectiva de vida, tanto no agora quanto no porvir. Visto que, para o crente Paulo isto era uma realidade, como ele mesmo registra. Vejamos o versículo 21:"Porquanto para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro". Que confissão linda esta do apóstolo Paulo, não é mesmo, irmãos?
Quando Paulo diz: "Porquanto para mim o viver é Cristo,..." ele demonstra por estas palavras que Cristo inunda todo o seu ser. Todas as ações de Paulo têm que ver com o seu constante adorar e agradar a Cristo. Paulo, deste jeito, mostra para todos nós que Cristo é o centro de sua vida e que para ele Cristo é sempre o mais importante. O apóstolo Paulo nos deixa claro a situação em que Ele estava inserido: Prisioneiro de Roma, esperando uma sentença. Mesmo assim ele expressa que Cristo é a razão e a explicação de sua vida. Buscamos preencher o vazio de nossas vidas com projetos, sonhos, viagens, dinheiro, trabalho... mas Paulo coloca em evidência que o filtro para se chegar as demais coisas é Jesus. Milhares de pessoas se convertem diariamente e desses, muitos abandonam a fé em menos de 6 meses – Porquê? Porque não entenderam que o viver é Cristo. Deram atenção a outras coisas. A síndrome do jovem rico está hoje presente em nossas Igrejas, pessoas que se aproximam cheias de boa intenção quanto à vida eterna, mas a resolução de viver Cristo é vencida pelas riquezas, poder, prazeres carnais e sabedoria humana, vã para Deus. Prestem bem atenção, irmãos, nestas palavras de Cristo: “Ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:61).
Quando Paulo usa a expressão:"...e o morrer é lucro" ele aponta para um futuro notável e eterno com Cristo, o qual, todos nós crentes devemos sempre almejar em nossa vida. Pois o morrer fisicamente significa lucro para Paulo. Significa que ele estará seguro realmente com Cristo. Para Paulo o morrer em Cristo é o lucro de uma vida dedicada exclusivamente a Ele, é o lucro para o cristão que tem vivido dia e noite uma vida aos pés de Cristo. A excelência da Vida em Cristo nos prepara para o que não conhecemos. Se vivemos em Cristo, logo o nosso maior projeto será nos encontrarmos com Ele. Vários filmes sobre a 2ª Guerra mundial e a guerra do Vietnã, mostravam que os soldados viviam o presente terrível da guerra, sob a condição do sonho de voltarem para suas famílias. Enquanto a morte interrompia esta motivação da luta no presente, para os soldados, todos os que vivem em Cristo, obtém justamente esta bênção no momento mais trágico de nossas vidas – a morte. Logo, enquanto a morte para muitos é o fim, nós a enxergamos como o início do desfrutar de um sonho, que começou no dia em que conhecemos a Jesus. Desde de que Ele se tornou a razão mais sublime de nosso viver.

CONCLUSÃO: Irmãos, a vida em Cristo é excelente porque nos torna vasos de sua glória. Projeta-se através do nosso agir, uma glória aparente e permanente, isto é que glorifica não só aqui mas na eternidade, e ainda uma glória que rege as nossas vidas e completa tudo o que falta em nós. Este viver em Cristo tem uma dupla perspectiva – O viver é Cristo e o morrer é lucro. Vivam, irmãos, unicamente com Cristo, em Cristo e por Cristo. AMÉM!!!

3 de out. de 2010

Neemias 2.11-20 AS MÃOS DE DEUS E AS NOSSAS MÃOS

AS MÃOS DE DEUS E AS NOSSAS MÃOS
reitor de uma universidade disse certa vez que existem três tipos de pessoas no mundo:

• As que não sabem o que está acontecendo.
• As que vêem as coisas acontecendo.
• As que fazem as coisas acontecerem!
Sem dúvida Neemias fazia as coisas acontecerem! Mas elas não ocorriam apenas por causa de sua engenhosidade humana e trabalho árduo. Pelo contrário, era a bênção de Deus aliada à dedicação do homem.

I- ELE RECEBEU MAIS DO QUE HAVIA PEDIDO

Neemias tinha experimentado um milagre incrível (w. 9,10). Quan¬do pediu as cartas oficiais a Artaxerxes, que lhe permitiriam atraves¬sar várias fronteiras, bem como uma carta especial, direcionada a Asafe, dando permissão para que ele tivesse acesso à floresta do rei, Neemias acabou recebendo mais do que havia pedido. v. 9).
Você consegue imaginar a empolgação que deve ter tomado con¬ta do coração de Neemias? Essa bênção adicional era algo totalmente inesperado. Após meses de oração, lamento e jejum, enquanto perse¬guia algo que parecia uma tarefa impossível, ele estava agora sendo acompanhado pela escolta real até Jerusalém.
A viagem até Jerusalém não foi tão simples e breve. Demorou no mínimo dois meses. Mesmo antes de Neemias chegar, havia rumores acerca de sua chegada. Os inimigos de Israel com certeza não estavam felizes com aquela situação, pois lemos (v. 10).
Mesmo sabendo que não era bem-vindo, Neemias continuou sem esmorecer. Ele sabia que Deus o havia levado até aquele mo¬mento da história de Israel. Ele já havia experimentado muitos mi¬lagres para começar a duvidar agora. Ao mesmo tempo, ele sabia que estava prestes a ter de lidar com um projeto gigantesco que outros antes dele - durante quase 150 anos - não foram capazes de completar.
Assim que chegou a Jerusalém, Neemias começou imediatamente a trabalhar "três dias" (v. 11). Logo descobriu que o relato que recebera seis meses antes era verdadeiro. O ânimo do povo havia alcançado um índice recorde de pessimismo. O desânimo estava presente em todas as pessoas que viviam em Israel.

II- O MAIOR DESAFIO DE NEEMIAS
Pelo texto bíblico fica evidente que inspecionar os muros e elaborar um plano para reconstruí-los não foi uma tarefa difícil para Neemias (w. 17-20). Ele conseguiu fazer isso em três noites. Seu maior desa¬fio era convencer as pessoas a tomarem parte naquele projeto. Ficar animado diante de um desafio quando tudo vai bem é diferente do que tentar manter o mesmo entusiasmado quando tudo vai mal e você está na iminência de desistir. Essa era a situação que Neemias enfrentava.
Apesar de a moral do povo estar baixa, Neemias encarou o problema de frente. Ele desafiou as pessoas, dizendo: "vinde, pois, i cedi fiquemos os muros de Jerusalém e deixemos de ser opró¬brio" (v. 17).

O negativismo tomou conta
Imagine os pensamentos e sentimentos negativos que inundaram o coração dos judeus.
Assim como aqueles homens, a maioria de nós, se estivesse em circunstâncias similares, pensaria que Neemias fosse louco e estava apenas tentando satisfazer o seu ego! Certamente veríamos o desafio de Neemias como uma tarefa impossível.
Em algum momento durante o relato de Neemias, os sentimen¬tos negativos tornaram-se positivos. O desespero transformou-se em esperança. Eles acreditaram em Neemias e confiaram nele.
Mas conhecendo a magnitude do desafio em meio a sentimentos bastante intensos de desespero, os líderes em Israel devem ter pas¬sado algum tempo debatendo o assunto com Neemias - e então comunicaram o consenso a que chegaram para as pessoas. Indepen¬dentemente do que tenha acontecido, Neemias obteve sucesso ao conseguir comunicar a sua mensagem. Juntos e tomados pelo en¬tusiasmo, o povo respondeu a ele: "Disponhamo-nos e edifiquemos". E foi exatamente isso que eles fizeram. Neemias mais tarde relatou em seu diário que as pessoas "fortaleceram as mãos para a boa obra" (v. 18). Neemias já havia conclamado o povo a "arregaçar as mangas", "botar a mão na massa" e atacar de frente aquilo que eles acreditavam ser uma tarefa impossível.
AS MÃOS DE DEUS TRABALHAM POR INTERMÉDIO DAS MÃOS HUMANAS
Uma vez mais podemos ver o inter-relacionamento entre a capacita-ção dada por Deus e o envolvimento humano. Neemias tinha relata¬do que já tinha sido bem-sucedido porque a mão de Deus estava sobre ele (veja v. 8).

III- AS MÃOS DE DEUS OPERAM POR INTERMÉDIO DAS MÃOS HUMANAS.

As notícias a respeito da decisão tomada por Israel, sob a liderança de Neemias, de reconstruir os muros espalharam-se rapidamente. Para tentar frustrar seus planos, os inimigos dos filhos de Israel se apressa¬ram em minar os esforços de Neemias. Eles "zombaram" dos israeli¬tas e os "desprezaram". E usaram todas as técnicas possíveis de desmoralização que podiam imaginar, incluindo o primeiro decreto dado pelo rei Artaxerxes. Embora Sambalate e Tobias certamente te¬nham ficado sabendo que o decreto real havia sido revogado e que Neemias recebera permissão do rei para reedificar os muros, eles ten¬taram usar aquela informação desatualizada para fazerem prevalecer seus objetivos egoístas (veja v. 19).
Neemias não se sentiu intimidado pêlos seus ataques traiçoei¬ros. Ele respondeu ao abuso verbal de seus inimigos com palavras fortes " (v. 20).
A força de Deus é a. nossa força visão equilibrada de Neemias entre o divino e o humano. Ele avisou a seus inimigos ele e os filhos de Israel eram "servos" de Deus.
 Os poderosos princípios que aprendemos com os primeiros dias de Neemias em Jerusalém são os mesmos princípios básicos ilustrados na primeira conversa que ele teve com Artaxerxes sobre o assunto, en¬quanto estava desempenhando suas funções cotidianas na corte do rei.
• Devemos nos esforçar para manter o equilíbrio corre-to entre os fatores humano e divino, enquanto leva¬mos adiante as responsabilidades que Deus nos deu.
Devemos fazer continuamente esforços conscientes para manter o devido equilíbrio entre confiar em Deus e usar os nossos próprios talen¬tos e habilidades humanas.
Para se manter esse equilíbrio é necessário que haja um "esfor¬ço humano". Não é algo que acontece automaticamente. Deus nos concede grande responsabilidade. Nesse sentido, a balança que equi¬libra, de maneira complexa, a soberania de Deus e a responsabilida¬de humana está a nosso favor. Somos responsáveis, portanto, por tomar a iniciativa.
Não estou sugerindo que nossos esforços devam ter prioridade sobre os planos soberanos de Deus. Mas, do ponto de vista prático, somos responsáveis por utilizar os recursos divinos e sobrenaturais que ele nos deu. Nesse sentido, o Senhor já tomou a iniciativa.
• Nós temos a sua vontade nas Escrituras.
• Nós temos a presença do Espírito Santo em nossas vidas.
• Nós temos o maravilhoso recurso conhecido como oração, a qual já vimos ilustrada de maneira tão dramática na vida de Neemias.
- Como cristão é nossa tarefa manter a unidade do corpo de Cristo
- é tarefa do cristão pregar o evangelho de Cristo, para que as pessoas sejam salvas.



27 de set. de 2010

O PODEROSO PROCESSO DE ORAÇÃO

O PODEROSO PROCESSO DE ORAÇÃO


É quase que certo que Neemias, nasceu durante o periodo do exilio, seus avós provalvemente foram levado quando Jerusalém caiu diante dos babilônicos.
Neemias poderia ter nem se proculpado com a situação de seus irmãos, morava no palacio, copeiro comia não pagava nada pelo contrario recebia por isso, mais quanso chegou seus irmãos foi impussionado a procurar saber da cidade de Jerusalém, quando soube foi impulsionado a chorar
Não foi por acaso que o Espírito Santo levou Neemias a descrever sua experiência de oração. Neemias não apenas ressaltou como orava, mas sobre o que orava.
O que muitas pessoas não gostam de fazer é orar, e oraram sem ter uma noção de que e prá que esta orando, a maioria preferem receber as orações, do que elas mesma orarem.
Mais o nosso irmão Neemias, mostro-nos que devemos ser homens de oração quando ele soube da situação de seus irmãos e do estado que estava os muros da cidade 3 Disseram-me: Os restantes, que não foram levados para o exílio e se acham lá na província, estão em grande miséria e desprezo; os muros de Jerusalém estão derribados, e as suas portas, queimadas.
Tais palavras causaram um efeito em Neemias v. 4 “Tendo eu ouvido estas palavras, assentei-me, e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus”.
Foi devido a situação do seu povo que neemias nos mostra que os homens de Deus não podem deixar de orar mesmo com tantas calamidade e destruição.

I- Reconheça a grandeza de Deus V.5

Neemias encarou o fato de que não poderia resolver aquele problema sozinho. Do ponto de vista meramente humano, aquela era uma situação impossível de ser resolvida. Mas o copeiro do rei também sabia que Deus não está restrito pelas limitações humanas. Ele é o Deus onipotente. Com ele todas as coisas são possíveis! Era dessa maneira que Neemias via a Deus. Isso explica por que ele começou a sua oração dizendo: "Ah! SENHOR [Yahweh], Deus dos céus, Deus grande e temível..!' (v. 5).
Em meio a seu desespero, Neemias levantou sua voz e abriu seu coração, reconhecendo a imensurável grandeza de Deus — seu poder incomparável, sua onisciência, sua onipresença e sua majestade. Ao usar o nome divino Yahweh, ele também estava reconhecendo que Deus nunca deixa de cumprir suas promessas. Isso explica o que ele disse a seguir em sua oração.
Voce prescisa saber que no momento de dor e impotencia, você pode contar com Deus – Aquele que pode te ajudar a passar pelos momentos mais dificeis da Vida, Neemias sabia que Deus era o seu Pastor, mesmoque ele andase pelos vales sonbrios da vida.
Ore com um coração estremamente preoculpado com a situaçao, que voce esta passando.

II – Relembre a Deus a sua aliança com Você

As palavras de Neemias foram: "Ah! SENHOR [Yahweh], Deus dos céus... que guardas a aliança e a misericórdia para com aqueles que te amam e guardam os teus mandamenfos!" (v. 5).
Continuando a oração, ele foi ficando mais específico e lembrou a Deus suas promessas a Israel:
Lembra-te da palavra que ordenaste a Moisés, teu servo, dizendo: Se transgredirdes, eu vos espalharei por entre os povos; mas, se vos converterdes a mim, e guardardes os meus mandamentos, e os cumprirdes, então, ainda que os vossos rejeitados estejam pelas extremidades do céu, de lá os ajuntarei e os trarei para o lugar que tenho escolhido para ali fazer habitar o meu nome (w. 8,9).
Por que Neemias lembrou ao Deus onisciente as promessas que havia feito? Se o Senhor sabe todas as coisas, como ele poderia esquecer-se delas?
Claro que o Senhor nunca se esquece! Entretanto, essa é uma lição poderosa que podemos aprender a respeito da oração. Deus se agrada de escutar seus filhos relembrando-lhe suas promessas quando estão falando com ele.
No caso de Neemias, isso indica algo mais. Nem todos os filhos de Israel haviam se esquecido do Senhor. Neemias era um deles. Todavia, assim como seu predecessor Daniel, o copeiro do rei agora estava se incluindo nos pecados cometidos por Israel.
Quando verbalizamos as promessas do SENHOR que ele prometeu, estamos mostrando a ele que ainda estamos crendo e reconhecemos que é verdade suas promessas é que ele é fiel pra cumprir.

III – Confesse o seu pecado

6 Estejam, pois, atentos os teus ouvidos, e os teus olhos, abertos, para acudires à oração do teu servo, que hoje faço à tua presença, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos; e faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, os quais têm cometido contra ti; pois eu e a casa de meu pai temos pecado. 7 Temos procedido de todo corruptamente contra ti, não temos guardado os mandamentos, nem os estatutos, nem os juízos que ordenaste a Moisés, teu servo.
Tento neemias quanto Daniel continuaram fieis ao Senhor durante o cativeiro. Porem ambos não avaliaram o grau de envolvimento que porventura tiveram no fracasso de israel como nação. Foi por esse motivo que eles confessaram o pecado de Israel e se incluiram nele.
Ma.is Neemias e Daniel não foram os unicos que se mantiveram fieis a Deus durante o cativeiro notamos isto na oração de Neemias Havia outros que não se dobraram diante de falsos deuses Por isso ele orou: "Ah! Senhor, estejam, pois, atentos os teus ouvidos à oração do teu servo e à dos teus servos que se agradam de temer o teu nome " (v. l l).
Na igreja devemos sempre combater o pecado e confessa-lo e apartar de nós os mesmo pois assim como levou a ruina de israel pode trazer muitos problemas na igreja, a mesma não cresce. A mesma passa pro momentos dificeis, mesmoque exista um remanecente Deus não se esquece das suas promessas feitas.

IV- Peça a Deus ajuda específica

Durante o prolongado período de oração e jejum de Neemias, o Se¬nhor deixou claro para ele que havia apenas uma pessoa na terra que poderia ajudá-lo a encorajar seus irmãos judeus em Jerusalém: o rei a quem ele servia. Foi por este motivo que o copeiro real orou de ma¬neira tão específica: "concede que seja bem sucedido hoje o teu servo e dá-lhe mercê perante este homem" (Ne 1:11 b). "Este homem", a quem ele estava se referindo, era o rei Artaxerxes.
O pedido de oração específico feito por Neemias reflete seu caráter. Ele não estava apenas se dispondo a orar pelo seu povo. Também se oferecia para ser o canal pelo qual o Senhor poderia operar para li¬bertar seu povo da situação desesperadora que estava vivendo em Jerusalém.
Essa certamente não foi uma decisão fácil para Neemias. Ele não era ingénuo, sabia o que estava diante de si. Deixar a corte do rei e ir para Jerusalém era o mesmo que abrir mão de sua posição que lhe garantia total segurança e proteção. Seria o mesmo que arriscar sua vida - algo que Neemias estava disposto a fazer!
Essa é a maior das demonstrações de amor e generosidade. Muitos depois séculos depois, Jesus Cristo fez o mesmo, e o apóstolo João nos lembra que é desse modo que conhecemos o amor como ele realmente é! Jesus Cristo "deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pêlos irmãos" (l Jo 3:16). Neemias já era esse tipo de homem muito antes de Jesus Cristo e seu exemplo incomparável!
Quando oramos devemos estar sendo específicos em nossas orações, pedir e sermos este canal que possa abençoar as vidas de nossos irmãos
Você que ainda não teve esta experiência maravilhosa que pedir a deus e saber que ele pode responder suas orações busque a ele.
Você que ainda não é um cristão que vive amando o mundo, e suas praticas quero te convidar a abandonar o mundo e se unir a esta igreja para que Deus possa abençoar sua vida. Deixe o pecado e venha para os braços de Deus.

22 de ago. de 2010

Ansiedade da Vida mateus 6.24-29

24. “Não cuideis do dia de amanhã.” Não somente não vos angustieis acerca do modo de amontoar tesouros na terra, acerca do modo de crescer em propriedades terrenas: não andeis ansiosos quanto à maneira de reunir maior quantidade de mantimento do que sois capazes de consumir, ou vestuário em maior cópia do que vosso corpo possa ostentar, ou mais dinheiro do que é reclamado pelas despesas de cada dia, para os simples, razoáveis propósitos da vida; mas também não vos afadigueis pelas coisas que sejam mais inadiavelmente necessárias ao corpo. Não vos atormenteis desde já, pensando o que fareis em


época ainda distante. Talvez jamais venham semelhantes épocas; ou, vindo, talvez já não tenham interesse para vós: antes de chegarem, já tereis talvez atravessado todas as vagas e apartado àsregiões da eternidade. Todas as concepções visando a distância não pertencem a vós, que apenas sois criaturas de um dia. Que fareis, pergunto, do amanhã, mais estritamente falando? Por que estareis perplexos sem necessidade? Deus vos provê hoje do necessário ao sustento da vida que vos concedeu. Basta entregar-vos em suas mãos. Se viverdes mais um dia, Ele proverá também em vista desse novo dia.

25. Acima de tudo, não façais da preocupação do futuro um pretexto à negligência dos deveres presentes. Esta é a mais fatal maneira de “andar ansioso pelo dia de amanhã.” Quão freqüente é essa ânsia entre os homens! Muitos, quando os exortamos a que mantenham uma consciência isenta de pecado, a que se abstenham daquilo que é mau à luz de sua própria convicção, não têm escrúpulos de responder: “Como, então, podemos viver? Não devemos cuidar de nós mesmos e de nossas famílias?” Isto eles imaginam ser uma razão suficiente para que continuem em pecado público e deliberado. Dizem, e pensam talvez, que serviriam agora a Deus, desde que isto não os levasse a perder pouco a pouco o seu pão. Preparar-se-iam para a eternidade, mas temem que lhes falte o necessário à vida. Assim, servem ao demônio por uma côdea de pão; correm para o inferno por medo da miséria; arremessam para -longe suas pobres almas com receio de que possam, um ou outro dia, tropeçar no necessário a seus corpos! Não é para estranhar que os que usurpam a Deus o cuidado de os alimentar fiquem tão freqüentemente decepcionados em face das próprias coisas que eles buscavam; enquanto abrem mão do céu para assegurar a posse dos bens da terra, perdem, na verdade, um, mas não ganham o outro. O zeloso Deus, no curso sábio de sua Providência, freqüentemente permite isso. Assim aqueles que não põem seu cuidado em Deus e que, tornando-se ansiosos pelas coisas temporais, nenhuma importância dão às coisas eternas, acabam exatamente perdendo a porção que haviam escolhido. Há uma devastação bem visível em todos os seus empreendimentos; o que quer que façam não prospera, tanto que, após terem trocado a Deus pelo mundo, perdem tanto aquilo que buscavam como o que não buscavam: ficam em falta do reino de Deus e de sua justiça – e nem as outras coisas lhes são acrescentadas.

26. Ainda existe outro meio de “andar ansioso pelo dia de amanhã”, igualmente proibido nas palavras do texto. É possível andar ansioso de maneira errada, mesmo no tocante às coisas espirituais: andar tão preocupado a respeito do que pode ser adiado, a ponto de esquecer o que de nossas mãos é requerido de pronto. Como somos insensivelmente levados em tal corrente, se nos não mantemos continuamente velando em oração! Como somos facilmente levados por esse mal, como sobre uma espécie de sonhar acordado, projetando programas distantes e pintando formosas cenas em nossa imaginação! Pensamos, então, que faríamos o bem quando estivéssemos em tal lugar ou quando tal tempo viesse! Como seríamos úteis, quão fecundos em boas obras, quando mais amenas nos fossem as circunstâncias! Como intensamente serviríamos a Deus, quando de uma vez e removesse e de nosso caminho tal ou qual obstáculo! Talvez estás agora em abatimento de alma: Deus esconde sua face de ti. Vês pouco da luz de seu rosto: não podes experimentar uma afeição redentora. Em tal estado de mente, quão natural é que digas: “Como glorificarei a Deus, quando a luz de seu rosto se projetar de novo sobre minha alma! Como exortarei os outros a que o glorifiquem, logo seu amor se derrame em meu coração! Então farei grandes coisas; falarei acerca de Deus em toda parte; não me envergonharei do Evangelho de Cristo. Redimirei o tempo; usarei no máximo de todo talento que tenha recebido.” Não creias em ti. Não farás mais tarde aquilo que desde já não fazes. “O que é fiel no pouco”, de qualquer que seja sua espécie, seja de caráter mundano ou de temor e amor de Deus, “será fiel no muito”. Mas se agora enterras um talento, tu enterrarás cinco a seguir, isto é, enterrarás cinco se tantos te forem dados, mas é escassa a razão de esperar que tal aconteça. Na verdade, “àquele que tem”, isto é, que usa aquilo que tem, “será dado, e terá com abundância. Mas àquele que não tem”, isto é, que não usa a graça que recebeu, seja em grau maior ou menor, “será tirado até aquilo que parecia ter”.

27. Não cuides das tentações de amanhã. Este é também um laço perigoso. Não penses: “Quando tal tentação vier, que hei de fazer? Em que estado ficarei? Temo não possuir forças para resistir; não sou capaz de derrotar semelhante inimigo”. Em termos claros: não tens agora a força de que não necessitas de pronto. Não és capaz de derrotar neste instante aquele inimigo; e neste instante ele não te assaltará. Com a graça que agora tens, não poderias resistir às tentações que de presente não te atacam. Quando, porém, vier a tentação, virá também a graça. Nas provações maiores, maior será tua fortaleza. Quando sobram as dores, as consolações de Deus de algum modo superabundam. De modo que, em qualquer contingência, a graça de Deus te é suficiente. Ele não permite “sejas tentado” hoje “além de tuas forças”; e “em toda tentação Ele abrirá caminho à fuga”. “Como teus dias, assim tuas forças serão.”

28. “Deixa”, pois, “que cada dia cuide de si mesmo”; isto e, quando o dia de amanhã vier, pensa nele então. Vive hoje. Seja o teu cuidado mais sério a utilização da hora que passa. Esta é tua e inteiramente tua. O passado é tão vão como o pensamento de coisas que jamais tivessem existido. O futuro é nada para ti; ele não te pertence, e talvez nunca te pertencerá. Não há dependência do que ainda possa vir, porque tu “não sabes o que o dia possa trazer”. Portanto, vive hoje; não percas sequer uma hora; usa este momento, porque esta é a tua parte. “Quem conhece as coisas que foram antes dele, ou que virão depois dele debaixo do sol?” As gerações que eram desde o começo do mundo, agora onde estão elas? Passaram; tornaram-se esquecidas. Elas existiram; viveram seu dia; foram depois varridas da terra, como folhas caídas de velhas árvores: fundiram-se no pó comum! Outra e outra geração lhes sucederam; “estas seguiram os ancestrais, e jamais verão a luz”. Agora chegou tua vez na passagem sobre a terra: “Alegrate, moço, nos dias de tua juventude!” Alegra-te sem perda de tempo, alegra-te, mas regozijando-te naquele “cujos anos não minguam”. Estejam teus olhos, feitos de simplicidade, postos naquele “em quem não há variação, nem sombra de mudança”. Dá-lhe teu coração desde já; descansa nele desde logo; sê desde o presente santo como Ele é Santo! Agarra-te sem perda de tempo à oportunidade bendita de fazer sua aceitável e perfeita vontade. Regozija-te agora em “suportar a perda de todas as coisas” para que assim possas “ganhar a Cristo”. 29. Sofre hoje, com prazer, por amor de seu nome, já que Ele permite venha este dia sobre ti. Mas não atentes para os sofrimentos de amanhã. “A cada dia basta o seu próprio mal.” Mal, dizemos, usando do vocabulário preferido pelo homem: se se tratar de vergonha ou miséria, pesar ou doença. Mas, na linguagem de Deus, tudo são bênçãos: são um bálsamo precioso, preparado pela sabedoria de Deus e distribuído variavelmente entre seus filhos, segundo as diversas enfermidades de suas almas. Ele dá cada dia o suficiente para cada dia, proporcionalmente à necessidade e à força do paciente. Se, todavia, antecipas a fadiga reservada para amanhã, experimentando-a desde hoje; se adicionas isto ao que te foi dado anteriormente, acumularás uma carga que excede às tuas forças. Tal conduta vem a Ser o meio, não de curar, mas de destruir tua própria alma. Recebe, pois, exatamente aquilo que Ele hoje te concede; faze e acata hoje sua vontade! Entrega, hoje, a ti mesmo – teu corpo, alma e espírito –, a Deus, mediante Cristo Jesus, nada desejando senão que Deus seja glorificado em todo teu trabalho, em tudo que fizeres, em tudo que sofreres; nada buscando, senão conhecer a Deus e seu Filho Jesus Cristo, através o Eterno Espírito; nada ambicionando, senão amá-lo, servi-lo e gozá-lo nesta hora, e por toda a eternidade! E, a “Deus o Pai, que me criou e a todo o mundo”; a “Deus o Filho, que me redimiu e a toda a humanidade”; a “Deus o Espírito Santo, que me santifica e a todo o povo eleito de Deus”, sejam honra e louvor, majestade e domínio, pelos séculos dos séculos! Amém.
Efesios 1.17-23

O apóstolo agora reúne três grandes verdades que deseja que seus leitores (através da iluminação do Espírito Santo) saibam na mente e na ex¬periência. Elas referem-se ao chamamento, à herança e ao poder de Deus. Mais especificamente, ora para que conheçam a esperança do chamamento de Deus, a glória (até mesmo a riqueza da glória) da sua herança, e a gran¬deza (até mesmo a suprema grandeza) do seu poder.
A Iluminação dos olhos do coração, para saberdes:
1. A esperança do chamamento de Deus

O chamamento de Deus nos faz relembrar o início da nossa vida cristã. "E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou!Romanos 8.30 é verdade que invocamos a Deus para nos sal¬var, mas nossa chamada foi uma resposta à dele.
A pergunta agora é: para quê Deus nos chamou? Seu chamamento não era algo sem sentido ou sem propósito. Deus tinha um objetivo quando nos chamou. Chamou-nos a alguma coisa e para alguma coisa. Este é o significado de a esperança do seu chamamento (v. 18), É a expectativa que des¬frutamos como resultado do fato de que Deus nos chamou.
O próprio Novo Testamento nos conta o que é isto. Deus, pois, nos chamou "para sermos de Jesus Cris¬to" e "à comunhão de Jesus Cristo". Chamou-nos "para sermos san¬tos" visto que aquele que nos cha¬mou é santo e nos diz: "Sede santos, porque eu sou santo." Uma das ca¬racterísticas do povo "santo" ou especial de Deus é a libertação do jugo da lei. Não devemos, portanto, recair na escravidão, pois "fomos chamados à liberdade". Outra característica é a comunhão harmoniosa através das barreiras das raças e das classes, porque "fomos chamados em um só cor¬po" para desfrutarmos da "paz de Cristo", e devemos viver uma vida que é "digna da vocação a que fomos chamados... suportando-nos uns aos ou¬tros em amor". Ao mesmo tempo em que podemos desfrutar de paz dentro da comunidade cristã, forçosamente experimentamos oposição do mundo descrente.
Tudo isso estava na mente de Deus quando nos chamou. Chamou-nos para Cristo e para a santidade, para a liberdade e para a paz, para o sofrimento e para a glória. Simplificando, trata-se de uma chamada pa¬ra uma vida totalmente nova em que conhecemos, amamos, obedecemos .e servimos a Cristo, desfrutamos da comunhão com ele e uns com os outros

Para sabermos :

2. A glória da herança de Deus
A segunda oração do apóstolo é para que saibamos qual a riqueza da glória da sua herança nos santos (v. 18b). A passagem correlata em Colossenses 1:12 sugere a interpretação, a saber: que a "herança de Deus refere-se àquilo que ele nos dará, pelo que devemos dar graças ao Pai "que nos fez idóneos à parte que nos cabe da herança dos santos na Luz.
Neste caso, se o chamamento de Deus aponta de volta para o começoo da nossa vida cristã, a herança de Deus aponta para a frente, para o seu final, para aquela herança final da qual o Espírito Santo é a garantia (v. 14) e que Pedro descreve como sendo "incorruptível, sem mácula, imar¬cescível, reservada nos céus para vós outros".'3 Os filhos de Deus são, pois, os herdeiros de Deus e, de fato, "co-herdeiros com Cristo", e um dia, pela sua graça, a herança será nossa. Está além da nossa capacidade de imaginar como será. Portanto seremos sábios se não formos por de¬mais dogmáticos a respeito.
A herança de Deus (a herança que ele nos dá) não será urna pe¬quena festa particular para cada indivíduo mas, sim, em meio a muitos, nos santos ao nos juntarmos àquela "grande multidão que ninguém po¬de enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro".
Paulo não considera que seja presunçoso pensarmos acerca da nos¬sa herança celestial ou até mesmo antegozá-la com alegria e gratidão. Pelo contrário, ele ora para saberdes, a sua glória, de fato, a riqueza da glória da sua herança

3. A grandeza do poder de Deus
Se o chamamento de Deus olha para trás, para o começo, e se a herança de Deus olha para a frente, para o fim, então, decerto, o poder de Deus abrange o período interino, pois somente o seu poder pode cumprir a ex¬pectativa que pertence ao seu chamamento e nos trazer com segurança às riquezas da glória da herança final que nos dará no céu. Paulo está convencido de que o poder de Deus é suficiente, e acumula palavras para nos convencer. Escreve não somente ao poder de Deus, como também da eficácia da força do seu poder (v. 19), e ora para que saibamos a grandeza dele, realmente a grandeza suprema dele, para com os que cremos Como chegaremos a conhecer a suprema grandeza do poder de Deus? Porque ele deu uma demonstração pública na ressurreição e exaltação de Cristo (vs.20-23). Paulo realmente refere-se a três eventos sucessivos: pri¬meiro, ressuscitando-o dentre os mortos (v. 20a); em segundo lugar, fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais, muito acima de qual¬quer concorrente (vs.20b , 21), E pôs todas as coisas debaixo dos seus pés (v. 22a); e, em terceiro lugar, para ser o cabeça sobre todas as coisas, o deu à igreja, a qual é o seu corpo... (v. 22b , 23). Estes três eventos são interligados.
a- Ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos é uma inimiga amarga e implacável. Chegará a todos nós, um Dia. somos pó, e para o pó inevitavelmente voltaremos. Nenhum poder humano pode evitar isso, e muito menos trazer um morto de volta a vida, Mais Deus fez isto com Jesus pra mostrar o seu poder.
Esta é a primeira parte da demonstração pública do poder de Deus. Ressuscitou Jesus dentre os mortos
b- A entronização de Jesus Cristo sobre todo o mal "tendo ressuscitado Jesus dentre os mortos e fora do domínio da morte, Deus fê-lo sentar à sua direita nos lugares celestiais (v. 20). Ou seja: promoveu-o para o lugar de honra suprema e de autoridade executiva. Colocando todas as coisas debaixo dos seus pés, inclusive a morte. Jesus coroado em Glória e de hora, ja destronou o inimigo e a morte e um dia este inimigo será definitifamente destruido.
c. Jesus Cristo como cabeça da igreja
Paulo ainda não acabou de explicar a exaltação soberana de Jesus. Escreve sobre a ressurreição de Jesus dentre os mortos (v. 20) e sobre a entronização acima de todo principado (v. 21); agora, porém, passa a relatar o significado deste triunfo duplo para a igreja (v. 22). Esboça esta verdade adicional com duas magníficas expressões,
A primeira é que Deus fez Je¬sus "o cabeça sobre todas as coisas para a igreja, a qual é o seu corpo" (vs. 22-23a), e a segunda é a frase a plenitude daquele que a tudo enche Todas as coisas (23b).
A primeira fala de Jesus como cabeça, e lhe atribui uma soberania que se estende sobre todas as coisas.
A segunda é que a igreja é o seu corpo ele é quem enche da sua glória do seu poder e até da salvação as pessoas que aporve a ele salvar e fazer parte do seu corpo.
Portanto irmãos tenhamos uma certeza cada vez maior da esperança do seu chamado em Deus da gloriosa herança de Deus e da grandeza do poder de Deus, para com todos nós

28 de jul. de 2010

O Selados e o penhorados efesios 1.11-14

Após o apóstolo Paulo falar do prazer do Pai em ter feito todas as coisas convergirem em Cristo, e mostra as bênçãos que temos da parte de Deus o porque ele nos escolheu Paulo se volta novamente para os eleitos, e repete alguns conceitos dos v.4 e 5.
Onde devemos pensar sobre qual a garantia que temos, se tudo que compramos nas lojas ele vem com um prazo de garantia seja ela de um ano ou mais, fala-se até de garantia estendida mais o que temos como garantia de nossa salvação é o Selo e o penhor do Espírito Santo

1- Pois somos feitos herança v.11-12:

Em Cristo nos tornamos filhos adotivos e herdeiros de Deus, somo detentores das bênçãos de Deus assim como um filho adotivo naquela época tinha os mesmo direito do nascido, assim Deus nos fez herança sua conforme propósito Dele que faz todas as cousas conforme o conselho de sua vontade Deus é soberano.
O primeiro passo para quem pensa em se relacionar corretamente com Deus, é compreender que Ele manda, Ele determina, Ele impõe as condições de relacionamento, e nós abrimos nosso coração para entendermos a sua vontade.
Deus não é um ditador por ser assim, entenda que ele só faz isto pois estávamos mortos nos nossos delitos e pecados!
Essas condições que Ele impõe, estão cheias de AMOR, de MISERICÓRDIA, de COMPAIXÃO, por nós.
ELE é que faz tudo conforme a Sua vontade, deseja que nós sejamos para louvor da sua glória. Mais o que é louvor de sua glória? Só a gloria de Deus brilha na vida de seus filhos, pois nada somos só apenas vasos de sua misericórdia, e a sua bondade em nós deve ser motivo de louvor e de sua gloria.
Para louvor da sua glória Para melhor entender isso, observe que Paulo NÃO disse que Deus deseja que os crentes sirvam, ou trabalhem, ou cantem para louvor da glória de Deus.
Mas que SEJAM para louvor da glória dEle.Cada crente em Jesus Cristo deve ter como principal alvo da própria existência ser motivo de louvor para a glória de Deus.
Cada crente deve ser um LOUVOR VIVO da glória de Deus.

2- Selados e penhorados com o Espirito Santo v.13,14
Seqüência do que ocorrera com os efésios: OUVIRAM (a Palavra verdadeira, o Evangelho), CRERAM e foram SELADOS com Santo Espírito da promessa.
Tudo começa com o ouvir. Dos muitos que ouvem, alguns poucos CRÊEM. E os que crêem, são selados com o Espírito Santo.
Isto não significa, no entanto, que estávamos inativos. Longe disso. Neste contexto, em que a nossa própria salvação é atribuída inteiramen¬te à vontade de Deus, a nossa responsabilidade também é mostrada. Isto porque (v. 13) primeiramente ouvimos a palavra da verdade; depois te¬mos crido nele (Cristo), e assim fomos selados com o Santo Espírito da promessa. Que ninguém diga, portanto, que a doutrina da eleição pela vontade e misericórdia soberanas de Deus, por misteriosa que seja, tor¬na desnecessário a evangelização e a fé. Pelo contrário! É somente por cau¬sa da vontade graciosa de Deus para salvar que a evangelização tem qual¬quer esperança de sucesso e a fé se torna possível. POIS OUVIMO PRIMEIRAMENTE A PALAVRA DA VERDADE. A pregação do evange¬lho é o meio que Deus estabeleceu para livrar da cegueira e da escravidão aqueles que escolheu em Cristo antes da fundação do mundo, e para os libertar para crerem em Jesus, e assim fazer com que se concretize sua vontade.
Duas figuras para o Espírito Santo:
a) SELO: autenticidade e proteção dessa autenticidade. Ter o Espírito Santo é ser autenticado como filho da promessa. O Selo era o que determinava se o decreto era verdadeiro ou não colocado com um anel, hoje temos este selo sobre nossas vidas.
Ter o Espírito Santo é estar protegido contra qualquer um que quiser violar essa condição. Nada poderá abrir nossas vidas estamos protegidos pelo selo do Espírito Santo.
A segunda palavra é
b) PENHOR, Paulo usa uma palavra da área comercial, penhor significa garantia que aquela transação será efetivada: algo de valor é oferecido pela compra de outro quando este não tem como pagar, garantindo que o compromisso total será honrado.
 Espírito é o penhor de nossa herança ou seja da nossa vida eterna, até o dia da redenção, pois enquanto vivemos neste mundo há uma necessidade de um Penhor até chagar o dia de nossa redenção.
 símbolo de um penhor só termina quando ambas as partes tiverem cumprindo o contrato, logo Deus cumprirá a nossa parte do contrato também, pois o contrato termina no dia da redenção ou seja no dia do juízo, mesmo que estejamos redimido pelo sanguem de Cristo, o resultado não é visível.
 Espírito Santo que habita em nós é a garantia divina de que fomos SELADOS como AUTÊNTICOS filhos de Deus e, como tais, somos herdeiros de Deus.
O sinal de um negócio só tem sentido até o dia em que for efetivado o tal negócio.
A garantia do Espírito Santo em nós terá validade até o dia em que formos resgatados, quando estaremos para sempre com o Senhor, vivendo na plenitude da nossa herança, ao lado dEle, eternamente.

PORQUÊ DEUS NOS ESCOLHEU?

Um cantor em sua musica escreveu: Por que me resgatou? Por que me trouxe aqui? Por que me queres Deus tanto assim? Se contra o céu pequei,e contra ti também. Minha vida destruí,como errei... Por que me queres tanto assim? Filho eu quero tanto Enxugar teu pranto te fazer só meu. Filho eu quero ser teu Deus Eu te amo tanto,tanto,tanto,tanto Filho vem ser meu, filho eu quero ser teu Deus.
Porem o que a Bíblia ensina é muito mais do que esta palavras ou melhor ninguém era filho e ele não convidou ELE o ETERNO, com sua graça nos escolhe em cristo é o que Paulo nos chama a atenção é dizer por que Deus nos escolheu?

I - Para nos abençoar com toda a sorte de bençãos – 3
Em virtude da nossa união com ele, que Deus nos abençoou; e a natuza da bênção é espiritual, toda sorte de bênção espiritual, frase esta que muito bem pode significar "toda sorte de bênção do Espírito Santo" que, somo agente divino, aplica a obra de Cristo no nosso coração. Conforme a expressão de Charles Hodge: "Estas bênçãos são espirituais não apenas por pertencerem à alma mas, sim, por derivarem do Espírito Santo, cuja presença e influência são a grande bênção outorgada por Cristo".
Primeiramente, Deus Pai é a fonte ou origem de toda bênção de que desfrutamos. Sua iniciativa é exposta de modo claro, pois ele mesmo é o sujeito de quase todos os verbos principais nestes versículos. É ele quem nos tem abençoado (v. 3), quem nos escolheu (v. 4) e nos predestinou... para a adoção de filhos (v. 5), quem nos concedeu gratuitamente sua graça (v. 6, literalmente "nos agraciou com sua graça"), até mesmo derramou abundantemente sua graça sobre nós (v. 8), que também "desvendou-nos" sua vontade e seu propósito que propusera em Cristo, de fazer convergir nele... todas as coisas (vs. 9-10). E em Cristo que Deus nos abençoou no tempo e nos escolheu na eternidade (vs. 3-4).
O que Paulo ressalta aqui é que a bênção que Deus nos dá em Cristo é espiritual. Aqui tem um contraste com os dias do Antigo Testamento, quando as bênçãos prome¬tidas por Deus eram, em grande medida, materiais. O exemplo mais marcante se acha em Deuteronômio 28:1-14, onde as bênçãos prometi¬das a um Israel obediente eram muitos filhos, uma boa colheita, uma abun¬dância de gado e de ovelhas, e a liderança entre as nações. É verdade que Jesus também prometeu aos seus seguidores algumas bênçãos materiais. Proibiu-os, por isso, de serem ansiosos por causa da comida, da bebida c das vestes, e assegurou-lhes de que o Pai celestial supriria as necessida¬des se colocassem em primeiro lugar os interesses do seu reino e da sua justiça. Mesmo assim, as bênçãos distintivas da nova aliança são espiri¬tuais, não materiais. São, a lei de Deus escrita em nosso coração pelo Espírito Santo, um conhecimento pessoal de Deus, o perdão pelos nossos pecados.
A bênção da eleição Paulo volta mentalmente para o passado, antes da fundação do mundo (v. 4), antes da criação, antes de o tempo ter começado, para uma eterni¬dade anterior, em que somente o próprio Deus existia na perfeição do seu ser. Naquela eternidade antes da criação, Deus fez alguma coisa. Formou um propósito na sua mente. Este propósito dizia respeito tanto a Cristo (seu Filho unigénito) como a nós (ele se propôs a nos tornar filhos e filhas). nos escolheu nele. A posição dos pronomes é enfática. Deus colocou a nós e a Cristo juntos na sua mente. Resolveu tornar-nos mesmo quando ainda não existíamos seus próprios filhos através da obra redentora de Cristo que ainda não fora realizada.
Surgiu também do seu favor inteiramente imerecido, visto que nos escolheu para sermos santos e irrepreensíveis perante ele, o que mostra que nós, quando ele, na sua mente, nos escolheu, éramos ímpios e culpados, e que merecíamos, não a adoção mas, sim, o julgamento. Além disso (Pau¬lo repete a mesma verdade com palavras diferentes), em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, se¬gundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado (vs. 5-6). Ora, todos acham difícil a doutrina da eleição. "Não fui eu quem es¬colheu a Deus?" alguém pergunta, indignado; e a isso devemos respon¬der: "Sim, realmente escolheu, e livremente, mas somente porque na eter¬nidade Deus escolheu você primeiramente!' "Não fui eu que me decidi por Cristo?" pergunta outra pessoa; e a isto devemos responder: "Sim, realmente o fez, e livremente, mas somente porque Deus primeiramente tinha Decidido em seu favor!'
A Escritura não esclarece em lugar algum o mistério da eleição, e de-(vemos ter cuidado com aqueles que procuram sistematizá-lo de modo demasiadamente preciso ou rígido. É pouco provável que descubramos uma solução simples para um problema que tem frustrado, durante séculos, melhores mentes da cristandade.

II – Para sermos Santos e inrrepreensiveis V 4
É verdade que a doutrina nos dá uma forte certeza da segurança eterna, visto que aquele que nos escolheu e nos chamou certamente nos guarda¬rá até o fim. Mas nossa segurança não pode ser usada para desculpar o pecado, e muito menos para encorajá-lo. Paulo escreve aqui que Deus nos escolheu em Cristo para que sejamos santos e irrepreensíveis perante ele (v. 4). Irrepreensível é a palavra vetero-testamentária para um sacrifício imaculado. Santos e irrepreensí¬veis volta a ocorrer em 5:27 e em Colossenses l :22, onde indica o nosso estado final de perfeição. Mas o processo de santificação começa aqui e agora. Assim, longe de estimular o pecado, a eleição o proí¬be e ao contrário, impõe-nos a necessidade de uma vida santa, porque a santidade é o propósito da nossa eleição.
Há quem pense que julgar-se membro do povo escolhido de Deus é o pen¬samento mais arrogante que alguém pode alimentar. E seria mesmo se ima¬ginássemos que Deus nos tivesse escolhido por causa de algum mérito nos¬so! Não há, porém, lugar algum para o mérito na doutrina bíblica da elei¬ção. Muito pelo contrário, Deus explicou especificamente ao povo de Israel que ele não o escolhera por ser mais importante que outras nações, nem por ser maior ou por ultrapassá-las de alguma forma, porque isso não era verdade. Por que, então? Simplesmente porque ele o amava." A ra¬zão por que escolheu o povo estava nele mesmo (seu amor) e não naque¬le povo (o mérito). A mesma verdade é muito enfatizada em Efésios. A ênfase da totalidade do primeiro parágrafo recai sobre a graça de Deus, o amor de Deus, a vontade de Deus, o propósito de Deus e a escolha de Deus. Ele, pois, nos escolheu em Cristo (declara Paulo) antes da funda¬ção do mundo, que era antes de existirmos, e muito mais, antes de poder¬mos alegar termos qualquer mérito. Por isso "a eleição de Deus é livre, É abate e aniquila todo o merecimento, todas as obras e todas as virtudes dos homens. Logo, a verdade da eleição divina, por mais numerosos que sejam seus problemas não resolvidos, deve nos levar à justiça, não ao pecado; e a uma sincera gratidão em espírito de adoração, não ao orgulho. Em consequên¬cia, devemos ser, de um lado, santos e irrepreensíveis perante ele (v. 4) e, do outro, para louvor da glória de sua graça (v. 6).

III – Para sermos filhos por adoção (vs. 5-8)
Deus em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos. Esta expressão parece ser a chave para a compreensão das consequências presentes da nossa eleição. A eleição tem como objetivo a adoção. Realmente, quan¬do as pessoas nos fazem a pergunta especulativa de por que Deus conti¬nuou com a criação quando sabia que seria seguida pela Queda, uma resposta que podemos dar é que ele nos destinou para uma dignidade mais alta do que a própria criação poderia nos outorgar. Na criação seriamos criaturas conforme diz joão 1.12 porem deus Pretendia "adotar-nos", fazer-nos filhos e filhas da sua família. E na lei romana os filhos adotivos desfrutavam dos mesmos direitos dos filhos legítimos. O Novo Testamento tem muito a dizer acerca dessa posição de "filiação", dos seus ricos privilégios e das responsabilidades inerentes. Estas duas verdades são mencionadas nestes versículos.
Consideraremos inicialmente o nosso privilégio. Somente aqueles que foram adotados na família de Deus podem dizer: no qual temos a reden¬ção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós (vs. 7-8). Os filhos de Deus, pois, desfrutam do livre acesso ao Pai celestial, e sua confiança diante dele é devida ao conhecimento de que foram redimidos e perdoa¬dos. Redenção significava "livramento mediante o pagamento de um preço", e era aplicada especialmente no resgate de escravos. Aqui, é o equivalente a remissão, pois o livramento em questão refere-se a escapar do justo julgamento de Deus pronunciado contra os nossos pe¬cados, e cujo preço foi o derramamento do sangue de Cristo quando de sua morte por nossos pecados na cruz. Desta maneira, a redenção, a remissão e a adoção caminham juntas; a redenção ou a remissão é um pri¬vilégio presente que temos e desfrutamos agora. Torna possível um relacionamento filial com Deus. Vem do derramamento abundante da sua gra¬ça sobre nós.
Mas a filiação também subentende responsabilidade. O Pai celestial não estraga os seus filhos. Pelo contrário, "nos disciplina para o nosso bem, a fim de sermos participantes da sua santidade".
Assim, pois, a adoção como filhos e filhas de Deus traz cosigo um mais e um menos, um ganho imenso e uma perda necessária ganhamos o acesso com nosso Pai mediante a redenção, mas perdemos nossa macula, maldade com o processor da obra de santificação do Espirito Santo em nossas vidas. Viver como filho de Deus é um privilégio em norme e um desafio constante para agradá-lo.