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AQUI VOCÊ ENCONTRA UM VASTO CONTEÚDO DE ESTUDOS E PREGAÇÕES PARA A VIDA CRISTÃ.

20 de ago. de 2011

Oração uma atividade dos Santos



Poder uma pessoa ser pastor e não ser um cristão verdadeiro?
Poder uma pessoa ser presbítero e não ser um cristão verdadeiro?
Poder uma pessoa ser missionário ou ministro de louvor e não ser um cristão verdadeiro? Para todas estas respostas é Pode sim
Pode alguém amar tanto o ministério da oração e não ser um cristão verdadeiro? A resposta é NÃO PODE.
A oração é uma atividade dos Santos, só os santos tem prazer em falar com seu pai, em oração, a pessoa pode camuflar sua vida mais não pode esconder se é ou não um cristão de oração.
A nossa geração desaprendeu a orar, pois esta sendo influenciada por tudo, e assim por diante perderam o desejo de orar e tem se distanciado cada vez mais do Eterno.
Porque vêm os inimigos tentando a vida para tirar do propósito de Deus
1- Os do primeiro inimigos é o sedentarismos. O que nós temos visto em nossos dias especialmente no Brasil é que temos tempo para tudo mais até cansarmos e nos esgotarmos aponto de não conseguir ais coisas alguma, isto traz um problema de relacionamento com Deus como somos filhos se estamos mais cansados e não temo um tempo para Deus. São jovens e adultos se forem passa a noite ouvindo um show ficam a te o amanhece, mais não tem disposição de vir falar com o seu Pai.
2- outro inimigo é o pecado, quando há pecado oculto, ele nos rouba a alegria de estarmos diante de Deus, de falar com Deus ficamos como Adão e Eva, nos escondendo vamos a uns cultos mais fugimos de outros não temos vontade de orar chega em casa vai assistir e se esquece do Caminho do Céus, do PARAISO que Deus tem para nós seus filhos.
“A Bíblia nos chama a sermos fervorosos na oração e Somos uma Igreja que ora”

“Sêde fervorosos de Espírito Servindo ao Senhor”. Romanos 12.11 “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós e farei mudar a vossa sorte”. Jeremias 29.13-14. “Invoca-me e te responderei. Anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não sabes”. Jeremias 33.3.
Seja fervoroso na oração. Esse é mais um voto para uma vida exponencial.Uma pessoa fervorosa é animada, zelosa, cheia de paixão, de energia, de entusiasmo; dedicada, empenhada, cheia de esperança e de grandes expectativas e intrépida para conseguir o que deseja. Quando várias pessoas que seguem a Cristo ora com este coração...algo novo acontece. Quando a igreja ora, os céus se movem, o inferno treme e coisas novas acontecem na terra. O Senhor Jesus nos ordena a orar: Vós orareis ! ‘Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar’. Lucas 18.1
Cresça como intercessor.
Tire tempo para orar a sós com Deus. Levante 10 minutos mais cedo.
Desligue um pouco a TV ou o computador. ‘Mas quando você orar, vá para o seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, muitas das vezes queremos orar como os fariseus na igreja e de voz alta para que achem que somos homens de oração.

17 de ago. de 2011

O Poder da Esperança Puritana John Piper


A confiança na soberania de Deus e o triunfo de sua causa é essencial nas orações do povo de Deus e na missão da igreja. Ela tem provado ser uma força poderosa na história das missões. O primeiro esforço missionário dos protestantes na Inglaterra eclodiu do solo da esperança puritana. Os puritanos foram aqueles pastores e mestres a Inglaterra (e, posteriormente, Nova Inglaterra), entre os anos de 1500 e 1660, que queriam purificar a igreja da Inglaterra e levá-la ao alinhamento teológico e prático com os ensinamentos da Reforma.
Eles tiveram uma visão da soberania de Deus que produziu uma esperança intrépida em sua vitória sobre todo o mundo. Foram profundamente impulsionados por uma paixão pela vinda do reino de Deus sobre todas as nações. Seus corações realmente creram na verdade das promessas de que a causa de Cristo triunfaria. “Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16.18). “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim” (Mt 24.14). “Todas as nações que fizeste virão, prostrar-se-ão diante de ti, Senhor, e glorificarão o teu nome” (Sl 86.9). “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). “Eu te darei as nações por herança” (Sl 2.8). “Lembrar-se-ão do Senhor e a ele se converterão os confins da terra; perante ele se prostrarão todas as famílias da terra” (Sl 22.27). “Prostrase toda a terra perante ti, canta salmos a ti; salmodia o teu nome” (Sl 66.4). “A ele obedecerão os povos” (Gn 49.10).
Essa Maravilhosa confiança, de que Cristo um dia conquistaria corações em cada nação e seria glorificado por todas as pessoas na terra, fez nascer o primeiro esforço missionário no mundo de língua inglesa e aconteceu 150 anos antes de o movimento missionário moderno se iniciar com William Carey, em 1793.
1627 e 1640, 15 mil pessoas emigraram da Inglaterra para a América, a maioria puritanas, levando sua grande confiança no reino universal de Cristo. De fato, o brasão dos colonizadores da Baía de Massachusetts tinha sobre ele um índio norte-americano com estas palavras saindo de sua boca: “Passa à Macedônia e ajuda-nos”, extraídas de Atos 16.9. O que isso mostra é que, em geral, os puritanos viram sua imigração para a América como parte da estratégia missionária de Deus para estender seu reino entre as nações.
retirado do site Monergismo

1 de ago. de 2011

Utilize Métodos, mas não confie neles, confie em Deus


Utilize Métodos, mas não confie neles, confie em Deus

John Piper
Isto parece tão simples; e, como um princípio, é bastante simples. Mas, na prática, nós, pecadores, somos inclinados a confiar nos meios e não em Deus. Faço planos freqüentemente e percebo que meu entusiasmo cresce ou diminui, à medida que os planos são perspicazes ou não. Isto é confiar em planos e não em Deus. Sem dúvida, Ele deseja que utilizemos meios para realizar a sua obra. Todavia, é evidente que Deus não deseja que confiemos nestes meios. “O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor” (Pv 21.31). Portanto, nossa confiança deve estar no Senhor e não em cavalos. “Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (Sl 20.7).
A vida de George Müller foi dedicada a comprovar esta verdade. Em certa ocasião, ele explicou como esta verdade se relaciona à nossa vocação. Devemos trabalhar para obter nosso sustento e suprir nossas necessidades. No entanto, não devemos confiar em nosso trabalho, e sim em Deus; pois, do contrário, sempre estaremos ansiosos pelo fato de que nossas necessidades não serão satisfeitas, se não pudermos trabalhar. Entretanto, se estamos confiando em Deus, não em nosso trabalho, e se Ele ordenar que percamos nosso trabalho, podemos estar certos de que Deus satisfará nossas necessidades; assim, não precisaremos ficar ansiosos. Eis a maneira como Müller apresentou o assunto:
Por que estou realizando este trabalho? Por que estou envolvido neste negócio ou nesta carreira? Em muitas instâncias, no que diz respeito à minha experiência, que reuni no ministério entre os crentes, durante os últimos 21 anos, creio que a resposta seria: “Estou envolvido em minha vocação terrena para que tenha meios de conseguir as coisas necessárias da vida, para mim e minha família”. No que se refere à vocação terrena dos filhos de Deus, este é o principal erro do qual resultam quase todos os demais erros nutridos por eles — não é bíblico nem correto estar envolvido em um negócio, uma profissão, uma vocação apenas para ter meios de conseguir as coisas necessárias à vida, pessoal e familiar. Mas, devemos trabalhar, porque é a vontade de Deus para nós. Isto é evidente das seguintes passagens bíblicas: 1 Tessalonicenses 4.11-12, 2 Tessalonicenses 3.10-12 e Efésios 4.28.
É verdade que o Senhor provê as necessidades da vida por intermédio de nossa vocação secular. No entanto, esta não é a razão por que devemos trabalhar; isto é bastante claro da seguinte consideração: se o possuirmos as coisas necessárias à vida dependesse de nossa capacidade de trabalhar, nunca ficaríamos livres de ansiedade, pois sempre teríamos de perguntar a nós mesmos: “O que farei quando estiver velho e não puder mais trabalhar? Ou quando, por causa de enfermidade, for incapaz de ganhar o pão de cada dia?” No entanto, se, por outro lado, estamos envolvidos em nossa vocação terrena, porque é a vontade de Deus que trabalhemos e que, fazendo isso, sejamos capazes de suprir nossas necessidades e de nossos queridos, bem como ajudar os fracos, os doentes, os idosos, os necessitados; assim, temos um motivo excelente e bíblico para dizermos: “Se agradar ao Senhor colocar-me na cama, por causa de enfermidade, ou impedir-me, por causa de doença, idade avançada ou falta de emprego, de obter o meu pão de cada dia, por meio do trabalho de minhas mãos, meus negócios ou minha profissão, Ele mesmo providenciará o necessário para mim”. (Uma Narrativa de Algumas das Realizações do Senhor para com George Müller — vol. 1, escrito por ele mesmo; Muskegon, Michigan, Dust and Ashes Publications.)
Esta verdade se aplica não somente à nossa vocação secular, mas a todas as áreas de nossa vida. Momento após momento, usamos meios para manter nossa vida e realizar os propósitos de Deus (comida, telefone, casa, remédios, carro, pedreiros, médicos, etc.). Temos de aprender a lição de não confiar nestas coisas, quando as usamos, e sim confiar em Deus. Isto se aplica também ao planejamento para a nossa igreja. Fazemos planos. Elaboramos orçamentos. Ensinamos e aconselhamos. A tentação permanente é a de confiarmos nestas coisas e não em Deus, para agir com, por intermédio de ou sem estas coisas. Portanto, enquanto sonhamos a respeito de missões e de nosso ministério, utilizemos meios, mas confiemos em Deus. As promessas dEle são as únicas coisas seguras. Todos os nossos meios são falíveis.
George Müller resumiu assim este princípio:
Este é um dos grandes segredos relacionados ao serviço bem- sucedido para o Senhor — trabalhar como se todas as coisas dependessem de nossa diligência, mas, apesar disso, não depender do menor de nossos esforços, e sim das bênçãos do Senhor” (Narrativa, vol. 2, p. 290).
Ou, conforme a Bíblia o diz: “Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fp 2.12-13). E conforme Paulo também declara: “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo” (1 Co 15.10).
Que o Senhor nos conceda estarmos livres de toda ansiedade, enquanto confiamos nEle, em vez de confiarmos nos meios que utilizamos.

18 de jun. de 2011

Celebrando a Deus no 10º Mandamento

Décimo Mandamento (Êx 20:17).


A cobiça é "o desejo desordenado de uma coisa que não possuímos", "O mais íntimo de todos os mandamentos, proibindo não um ato externo, mas um estado mental escondido, isto é, um estado que é a raiz de quase todo o pecado contra o vizinho". É basicamente o pecado de Adão.
Por este mandamento o Senhor coloca como um freio a todos os desejos que ultrapassam os limites da caridade. Pois todo o que os outros mandamentos proíbem cometer em forma de atos contra a regra do amor, este proíbe concebê-lo no coração. Tiago 1. 13 Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. 14 Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. 15 Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.
Assim, este mandamento condena o ódio, a inveja, a malevolência, do mesmo modo que antes estava condenado o homicídio. Tão proibidos estão os afetos impuros e as máculas internas do coração como a libertinagem. Onde já estavam proibidos o engano e a cobiça, aqui o está a avareza; onde já se proibia a murmuração, aqui se reprime inclusive a malevolência.
Vemos, pois, quão geral é a intenção deste mandamento, e como se estende ao longo e ao largo. Pois o Senhor exige que amemos nossos irmãos com um afeto maravilhoso e sumamente ardoroso, e quer que não se veja turvado pela mais mínima cobiça contra o bem e proveito do próximo.
Em resumo, este mandamento consiste, portanto, em que amemos o próximo de tal modo que nenhuma cobiça contrária à lei do amor nos afague, e que estejamos dispostos a dar de bom grau a cada um o que lhe pertence. Agora bem, devemos considerar como pertencente a cada um o que pelo mesmo dever de nosso cargo estamos obrigados a dá-lhe.
Este pecado é de certa forma o único que esta na mente ele passa a ser mais mental do que ato por isso muitos tem quebrado este mandamentoem seus pensamentos e este mandamento prova o que o senhor Jesus chamou a atenção. Mateus 15. 17 Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre e, depois, é lançado em lugar escuso? 18 Mas o que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. 19 Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. 20 São estas as coisas que contaminam o homem; mas o comer sem lavar as mãos não o contamina.
A cobiça é como caçar e pescar atrai a pessoa e o fisga assim devemo ter cuidado com os nosso pensamentos pois são cobiçosos, é o pensamento que nos leva a uma transgressão da Lei de Deus. Mateus 5 28 Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela.
Nosso Senhor Jesus Cristo nos declarou suficientemente para onde tendem todos os mandamentos da Lei, ao ensinar-nos que toda a Lei re compreendida em dois artigos.
O primeiro, que amemos o Senhor, nosso Deus, com todo nosso coração, com toda nossa alma e com todas nossas forças.
O segundo, que amemos nosso próximo cristianismo a nós mesmos portanto se o homem fazer o que Cristo Fez ele esta cumprindo a lei amando a Deus e ao Próximo.
Mas, embora a Lei indique o caminho da vida, contudo devemos ver de que modo pode aproveitar-nos. Se nossa vontade estiver conformada e submetida à obediência da vontade de Deus, certamente que o mero conhecimento da Lei bastaria para nossa salvação. Mas, como a nossa natureza carnal e corrompida luta em tudo e sempre contra a Lei espiritual de Deus, e não se corrigiu no mais mínimo com a doutrina desta Lei, resulta que esta mesma Lei que tinha sido dada, caso ter achado ouvintes bons e capazes, para a salvação, se converte em orações de pecado e de morte. Pois, como estamos todos convencidos de sermos transgressores da Lei, quanto mais claramente esta Lei nos manifesta a justiça de Deus, com tanta maior clareza nos descobre, por outra parte, nossa injustiça.

14 de jun. de 2011

Celebrando a Deus No 9 mandamento

Nono Mandamento "Não dirás falso testemunho contra o teu próximo" (Êx 20:16)

O Senhor condena aqui todas as maldições e injúrias com as que se ultraja a boa fama de nosso irmão, e todas as mentiras com as quais, de qualquer forma que seja se fere o próximo.
Pois se a boa fama é mais preciosa que qualquer outro tesouro, não recebemos menos dano ao sermos despojados da integridade de nossa boa fama que ao sê-lo de nossos bens. Com freqüência se consegue tirar os bens a um irmão com falsos testemunhos, tão perfeitamente como com a cobiça das mãos. Por isso fica amarrada nossa língua por este mandamento, como o estão nossas mãos pelo anterior.
Os pecados proibidos no nono mandamento são: tudo quanto prejudica a verdade e a boa reputação de nosso próximo, bem assim a nossa, o testemunho falso, subornar testemunhas falsas, falar inverdades, mentir, caluniar, maldizer, depreciar, tagarelar, cochichar, escarnecer, censurar temerária e asperamente ou com parcialidade, interpretar de maneira má as intenções, palavras e atos de outrem; adular e vangloriar; elogiar ou depreciar demasiadamente a nós mesmos ou a outros, a negligência daquelas coisas que são de boa fama; praticar ou não evitar aquelas coisas que trazem má fama, ou não impedir, em outras pessoas, tais coisas, até onde pudermos Gn 3:5,12,13;4:9;9:22;21:9;26:7,9; Ex 23:1; Lv 5:1;19:11,15-17; I Sm 2:24;22:9,10; II Sm
Nossas palavras podem prejudicar outras pessoas. O homem que diz !são só palavras? é um tolo. Palavras têm ferido as pessoas mais do que !pedras e paus? (Provérbios 18:21, 10:11, 26:18-19). Mais perigosos ainda é o homem que mente em nome de Deus utilizando-se de Sua Palavra.

Deus odeia a mentira (Provérbios 12:22). A mentira conduz a outros pecados. Uma mentira exige outra. A mentira também é o artifício que o homem confia para se proteger da penalidade de outros pecados. Qual é o homem que trapaçaria, roubaria, cometeria adultério ou assassinato sem que pensasse que ao ser questionado poderia encontrar abrigo na mentira? O homem que sempre é fiel está livre de uma imensidão de pecados.
A perda da credibilidade é o resultado inevitável daquele que mente. Nenhum mentiroso é bem sucedido em suas tentativas de engano. O mentiroso perde o direito de ter credibilidade e mais cedo ou mais tarde os homens suspeitarão de cada palavra dele.
Outro pecado que as pessoas cometem é o de se vangloriar do que fez, também e auto bajulação,
O inferno é o destino de todos os mentirosos que não foram lavados e transformados pelo Senhor Jesus Cristo (Apocalipse 21:8, Salmo 15:1-3).

A Ajuda para a Honestidade
Incentive seus Filhos a terem amor e respeito pela verdade. Nosso exemplo pessoal é necessário para que nossas instruções tenham sucesso.

Lembre-se que Deus é Onisciente e Ninguém pode enganá-Lo e nenhuma mentira é oculta a Ele. Sal 139
Tenha todo cuidado quando falamos de outros. Somente aquilo que é absolutamente verdadeiro é que deve ser dito. O que for além disso, devemos aplicar aquela regra de ouro, ou seja, o conceito moral que nos ensina a tratar os outros como queremos ser tratados. As coisas negativas a respeito do nosso próximo só devem ser repetidas se houver uma razão justa (I Pedro 4:8). Efésios 4:15 é um resumo do nosso dever a este respeito. Como cristãos devemos se recusar a ouvir fofocas e a exposição desnecessária das falhas de outras pessoas. Se é errado fazer fofoca, também o é encorajá-la ao ouvir. (Pro 25:23).

Portanto a Lei de Deus deve ser observada e que não podemos sair ai falando dos irmãos para que este não venha a desanimar na igreja e venha abandonar.
Existe muitas pessoas que deixam de vir para a igreja devido a língua dos que se diz cristãos. Por isso refreie a sua língua. Tg 3.1-10

Celebrando a Deus no 8 mandamento

Oitavo Mandamento "Não furtarás" (Êx 20:15).

Qual a diferença entre roubar e Furtar?
Se um ladrão toma algo que pertence a outra pessoa sem estabelecer contato com ela, comete furto, Exemplo: Quando alguém entra numa casa vazia sem que os donos estejam lá dentro e leva bens de valor, configura-se um furto.
Se houver contato com a vítima, violência ou ameaça, é roubo – assalto é um termo que não existe no direito, mas equivale ao roubo. Exemplo: O roubo, por sua vez, aconteceria se o ladrão invadisse a casa, encontrasse os moradores e os ameaçasse para levar seus bens.
Além do furto e do roubo, existe, na legislação penal, uma terceira forma ilegal de se apossar de algo que não lhe pertence. É a chamada apropriação indébita, que é quando se empresta algo a alguém e este se nega a devolver.
Logo entendemos que existem deveres exigidos no oitavo mandamento e são eles?
A verdade, a fidelidade e a justiça nos contratos e no comércio entre os homens, dando a cada um o que lhe é devido, trabalhar, a restituição de bens ilicitamente tirados de seus legítimos donos; Rm 12:5-8,11;13:7; I Co 6:7; Gl 6:10; Ef 4:28; Fp 2:4; I Tm 5:8;6:8,9,17,18.

Quais são os pecados que nos mostra o oitavo mandamento?

Além da negligência dos deveres exigidos, são: o furto, o roubo, o tráfico de seres humanos e a recepção de qualquer coisa furtada; as transações fraudulentas e os pesos e medidas falsos; a remoção de marcos de propriedade, a injustiça e a infidelidade em contratos entre os homens ou em questões de confiabilidade; a opressão, a extorsão, a usura, o suborno, os meios ilícitos de vida, e todos os outros modos injustos e pecaminosos de tirar ou de reter de nosso próximo aquilo que lhe pertence, ou de nos enriquecer a nós mesmos; a cobiça, a estima e o amor desordenado aos bens mundanos, a desconfiança, a preocupação excessiva e o empenho em obtê-los, guardá-los e usar deles; a inveja diante da prosperidade de outrem; assim como a ociosidade, a prodigalidade, o jogo dissipador e todos os outros modos pelos quais indevidamente prejudicamos o nosso próprio estado exterior; e o ato de defraudar a nós mesmos do devido uso e conforto da posição em que Deus nos colocou. Êx21:16; Sl37:21;50:18; 62:10; 73:3; Pv1:19; Ef 4:28;
Se nos proíbe aqui, de um modo geral, que nos apropriemos dos bens alheios. Pois o Senhor quer que estejam longe do povo Cristão todo tipo de usurpação e enganos para conseguir aquilo que não lhe pertence para que o povo de Deus trabalhe e glorifique o seu nomo por isso aquele que furtava não furte mais, antes trabalhe Ef. 4.28
Se, pois, quisermos conservar nossas mãos puras e limpas de furtos, é necessário que nos abstenhamos tanto de rapinas seja violentas ou não como de enganos e sutilezas.

Celebrando a Deus No 7 mandamento

Sétimo Mandamento "Não adulterarás" (Êx 20:14).


O Senhor nos proíbe aqui qualquer classe de luxúria e de impureza. Pois o Senhor uniu o homem e a mulher somente pela lei do matrimônio, e como esta união está selada com sua autoridade, a santifica também com sua bênção; portanto, qualquer união que não seja a do matrimônio é maldita ante Ele. É, portanto, nosso que aqueles que não têm o dom da continência — pois é um dom particular que não está na capacidade de todos — coloquem um freio à intemperança de sua carne com o honesto remédio do matrimônio, pois o matrimônio é honroso em todos; porém Deus condenará os fornicários e os adúlteros.
O Sétimo Mandamento. Embora se dirija especificamente à manutenção da pureza e santidade do casamento, também foi aplicado por Jesus a toda imoralidade sexual de pensamento e ato (Mt. 5:27, 28). Nos leva impureza – Cristo disse que Aquele que olhar com alguma intenção já adulterou.
A palavra pureza nos remete à ideia de que algo ou um objeto está mantido fora do alcance de impurezas.
O apóstolo Paulo, em sua carta aos coríntios (I Co. 6: 12-20), utiliza da mesma visão de contaminação para instruir os cristãos, a Igreja, sobre as contaminações e impurezas que podem permear a vida de uma pessoa através da conduta sexual. A idéia de corpo utilizada pelo apóstolo em sua narrativa, além de metaforizar o que ocorre no processo de contaminação, adoecimento e degeneração causados por uma doença ao corpo em similaridade à vida espiritual, nos convoca a refletir sobre alguns princípios que existem acerca da relação entre a santidade e a sexualidade.
O primeiro princípio é que o nosso corpo é a sede e o espaço de manifestação tanto da nossa santidade como da nossa sexualidade.
É, portanto, no corpo, que experienciamos todas as sensações de prazer, de completude e de aceitação quando vivenciamos uma experiência com Deus como, também, quando vivenciamos nossa sexualidade com alguém. Portanto temos que cuidar para não fazermos de nossa liberdade um prática de pecado.
O nosso corpo é um membro de Cristo, ou seja, nosso corpo movimenta e age como expressão de Cristo na terra, e esse mesmo corpo, não pode se descuidar e contaminar-se com algo que o adoeça e o leve a não expressar mais os movimentos de Cristo.
O segundo princípio é que nosso parâmetro de pureza é a própria imagem de Cristo que habita nosso corpo, tornando-o templo do Espírito Santo. A pessoa de Jesus em nós é a medida única de pureza para nossa sexualidade. Não há rivalidade ou briga entre nossa sexualidade e a imagem de Cristo em nós.
Apesar da Televisão esta mostrando muitas praticas erradas nós não podemos nos dar a imitação do mundo pois a amizade com o mundo é inimizade contra Deus. Tiago 4.4 e devemos manter o nosso corpo como sacrifício a Cristo (Rm. 12:1)